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sábado, 24 de setembro de 2016

O que é daytrade?

Esse texto de autoria da Consultoria Lopes Filho resume bem a ideia do daytrade:


Os investidores do mercado de ações estão sempre buscando formas de realizar bons negócios ao transacioná-las. Pelo fato das ações constituírem um investimento cuja natureza é de longo prazo, é comum os investidores comprarem os papéis que consideram mais atraentes e, muitas vezes, aguardar um longo tempo até resolverem vendê-los.

Entretanto, uma modalidade de se investir em ações que contraria esse procedimento é utilizada por diversos investidores, diariamente, nas mais diversas Bolsas do mundo. Trata-se do day-trade, que será explicado a seguir.

Considera-se day-trade a operação ou a conjugação de operações iniciadas e encerradas em um mesmo dia, com o mesmo ativo, em que a quantidade negociada tenha sido liquidada, total ou parcialmente. Na apuração do resultado da operação day-trade são considerados, pela ordem, o primeiro negócio de compra com o primeiro de venda ou o primeiro negócio de venda com o primeiro de compra, sucessivamente. No caso de operações intermediadas pela mesma instituição, é admitida a compensação de perdas incorridas em operações day-trade realizadas no mesmo dia.

Entretanto, cabe ressaltar outras características desse tipo de operação. Por exemplo, quanto à tributação, há diferenças em relação às negociações que não constituem day-trade. A alíquota de Imposto de Renda para operações de day-trade é de 20% sobre os ganhos líquidos mensais, havendo retenção na fonte com alíquota de 1% aplicada sobre o resultado positivo apurado em cada operação. Deve-se notar que as perdas ocorridas em operações de day-trade só serão compensadas com ganhos obtidos em operações deste mesmo tipo.

O investidor deve estar atento aos riscos inerentes ao day-trade. A maior diferença em relação a uma operação tradicional é que ela envolve risco de crédito, o que acaba levando algumas corretoras a criarem entraves para esta operação. O risco surge em alguns casos, pois a ação comprada pode cair e gerar perdas aos investidores. Em uma operação tradicional, quando o investidor compra o papel e não vende até a liquidação financeira, que ocorre após três dias, este risco não existe para as corretoras. 

Os riscos basicamente estão relacionados com a possibilidade de não se vender as ações compradas, que assim entrariam no processo de liquidação financeira da bolsa. Portanto, nesse caso, há a necessidade de se ter o valor total da compra em conta corrente, que será debitado no terceiro dia útil após a operação de compra. Outro risco envolve uma eventual queda na cotação da ação após a compra, o que poderia causar um prejuízo, relativo à diferença entre as cotações mais a corretagem se o day-trade for efetivado.

Outro tipo de operação muito usual é o swing-trade, que tem objetivo de curto a médio prazo, com duração de 2 a 5 dias em média. Logicamente, estas operações são baseadas em análise gráfica e outras ferramentas estatísticas, como sistemas de algoritmos. 

É sempre importante analisar o potencial de ganho em tais operações, mas o risco existente não pode ser desconsiderado. As oportunidades de ganhos são atrativas, porém o risco é elevado, o que exige maior cuidado dos operadores.

Aproveitamos para lembrar que, visando atender um público cada vez mais interessado em operações de prazo mais curto, o Onde Investir possui no módulo de Análise Gráfica uma área denominada “Orientações do Dia”. Nesta área são postadas opções de operação de prazo curto, sendo indicadas operações de compra ou venda, com pontos de entrada (ou saída), objetivo e stop.

Obs.: A Lopes Filho & Associados permite a seus clientes a reprodução deste texto, desde que seja mantida a integridade total do texto e mencionada sua autoria (Equipe Onde Investir By Lopes Filho). As informações aqui contidas têm propósito unicamente informativo e alertamos aos usuários que não nos responsabilizamos pela utilização destas informações em eventuais tomadas de decisão.

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Indicações de sites e blogs

Aqui está o site que usei como exemplo na aula de hoje.

Existem diversos outros como a Sala de Ações, Infomoney, ADVFNClube do Pai Rico, além de diversos outros.

Caso alguém tenha alguma indicação, peço que coloque nos comentários.

terça-feira, 26 de abril de 2016

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Alpha de Jensen: Exemplo da #RADL3

Na aula da última terça-feira de Finanças I, nós falamos rapidamente sobre o Alpha de Jensen, quando eu falei sobre a importância de se escolher bem a taxa livre de risco (Rf)

Hoje eu participei da conference call da RaiaDrogasil e em um dos slides eles apresentaram o comparativo da RADL3 com o Ibov, apresentando o Alpha do investimento (abaixo).


Para mais informações sobre o Alpha, clique aqui e assista ao vídeo.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Optimización de una cartera utilizando Excel (Markowitz - Teoría de Carteras)

Este vídeo foi elaborado pelo Monitor de Finanças III (Calvin Lei). Temos muitos acessos aqui no blog de leitores com de países que usam o espanhol como língua oficial.

Esta é a primeira homenagem a eles.


Valor e Coppead lançam novos índices de ações para pequenos investidores

Esse é o primeiro post da monitora Elesandra Castro:

Índices de ações medem o desempenho de uma carteira teórica representativa de um determinado mercado e servem como parâmetro para avaliação de ações do mercado em questão, por exemplo o Ibovespa é o índice de desempenho das ações mais negociadas na BMF&Bovespa, é uma representação do desempenho do mercado de ações brasileiro como um todo, já o IEE é um índice de energia elétrica e serve de parâmetro de desempenho de empresas elétricas.

O Valor econômico e a Coppead/UFRJ lançaram ontem dois novos índices de ações para o mercado brasileiro que prometem se ajustar melhor à realidade de pequenos investidores: Valor-Coppead IP20 e Valor-Coppead MV. 

O índice Valor-Coppead IP-20, traz duas simplificações: possui apenas 20 ativos e os recursos são divididos igualmente entre os ativos da carteira, em comparação o índice IBRX representa o desempenho das 100 ações mais negociadas na bolsa. Segundo Carlos Heitor Campani, um dos responsáveis pelo desenvolvimento dos índices, o número grande de ações na carteira “por questão de custos, acaba prejudicando a eficiência da carteira para o pequeno investidor”. 

Quanto aos pesos das ações, na carteira do índice Ibovespa, por exemplo, variam de acordo com o volume de negócio e o seu valor no mercado, se o preço da ação ou se o volume de negociação do papel aumentar, também aumentará representatividade dessa ação na carteira, até um limite de 20%. Segundo Campani, esse método vai contra a ideia de se obter retorno no mercado, pois a carteira compra mais ações na alta e menos na baixa. 

O novo índice ajusta as participações para manter os pesos dos papeis fixos, assim o investidor tende a comprar na baixa e vender na alta. Porém, o preço da ação é uma informação muito limitada, sabemos que o mercado reage de forma intensa, nem sempre racionalmente, às informações disponíveis, a decisão de compra de uma ação orientada apenas pelo preço é, portanto, arriscada. Além disso a arbitrariedade do peso dos papeis podem fazer o investidor perder oportunidades ou aumentar a participação em papeis que estejam se desvalorizando por uma boa razão.

O segundo índice lançado visa servir de parâmetro para investidores bastante avessos ao risco, o Valor-Coppead MV (Mínima Variância) utiliza o conceito de fronteira eficiente de Markowitz para selecionar os papeis de menor risco do mercado, impondo limites de representatividade de 1% a 30%. Para esses cálculos são usados dados históricos das ações, o que não necessariamente refletirá no desempenho futuro do papel, assim o risco que o investidor está aceitando pode se distanciar da realidade.

Os novos índices são simplificações, e servem de parâmetro para investidores que não são muito sofisticados, para decisões mais racionais ainda é necessário que se dedique tempo a conhecer as empresas, os mercados e observar surgimento de possíveis oportunidades.

Mais informações no site do Valor.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Ações em tesouraria e o preço da ação

As empresas costumam manter ações em tesouraria por diversos motivos (merece um post só para isso) e essa operação é mais comum do que parece (a Vale detém 1% das suas ON e 3% das suas PN, por exemplo).

Em uma das apresentações das avaliações das empresas dos alunos de 2015.1, houve um pequeno debate sobre o porquê de não "considerarmos" diretamente as ações em tesouraria no processo de partir do valor encontrado pelo fluxo de caixa descontado (valor do equity) para o valor de cada ação.

Basicamente é porque não podemos simplesmente comprar as ações em tesouraria em bolsa normalmente (ver o Art. 30 da Lei 6.404) e porque na metodologia que utilizamos para o trabalho final da disciplina, nós avaliamos o equity (PL) da empresa e as ações em tesouraria ficam lá, reduzindo-o (ver o Art. 182, parágrafo 5º da 6.404). 

Resumindo: a dívida é uma obrigação exigível que a empresa tem com uma outra empresa, as ações outstanding (em circulação no mercado) são obrigações não exigíveis que a empresa tem com os acionistas... e as ações em tesouraria a empresa não tem obrigação com ninguém, a não ser com ela mesma. Já está dentro do "pacote" da valuation.

Sendo assim, basta dividir o valor do equity pela quantidade de ações outstanding que chegamos ao preço por ação. Contudo, estamos desconsiderando o valor de outros tipos de "equity", como as opções (esse assunto será visto na disciplina de Finanças III). Se houver opções e outros equities que não sejam ações, é preciso tomar um pouquinho mais de cuidado.

Quando existem outros tipos de equities, é preciso subtraí-los do valor total estimado do equity e só depois dividir pela quantidade de ações outstanding. É mais ou menos semelhante como ocorre com as ações em tesouraria, uma vez que elas subtraem o valor do PL da empresa, como uma conta redutora.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Atividade da aula de hoje no laboratório

Na atividade de hoje, cada aluno deverá escolher 3 ações da sua carteira no Folhainvest e estimar o modelo CAPM, de modo a obter o beta dessas ações.

Os dados poderão ser obtidos no Infomoney - na parte de cotações tem como exportar pro Excel. Ele limita a poucos anos, então usem o máximo de meses que for possível. Lembrando que o que se utiliza normalmente é 60 meses.

Caso queiram efetuar esse trabalho na prática de verdade, recomendo que use uma das bases de dados que temos na UFPB: Economatica ou Reuters. Todavia, utilizá-las na nossa aula seria inviável, pelo tempo que levaria para cada um coletar os dados de suas ações.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Folhainvest - Resultado do 1º Turno

Como o Folhainvest zera as nossas posições na virada do ano, eu informei a vocês em sala que daria 2 prêmios de melhor desempenho por turma - um nesse ano e outro no final do semestre, no ano que vem.

Os vencedores foram os que estão listados abaixo:

Fabio Marsicano: 8,48% a.a. (turma da tarde)
Ricardo Oliveira: -0,91% (turma da noite)

Destaco ainda a participação dos alunos de outros semestres (Calvin e Marcelo), o monitor Alef e o colaborador do Blog e aluno Hallyson (ele já esteve entre os 10 melhores do Nordeste) que tiveram um ótimo desempenho (na primeira coluna temos o retorno de dezembro e na segunda o retorno do ano):


quarta-feira, 5 de novembro de 2014

[LABORATÓRIO] Finanças I

Turma, nossa aula de sexta-feira será no laboratório (conforme planejamento das aulas).

O que nós faremos:

1) Apresentação de cada grupo sobre o andamento dos seus investimentos: que ações vocês compraram e por quê? Que ações vocês ainda tem na carteira e que novas ações vocês compraram e por quê? Aumentaram o "peso" de alguma ação? Quero que explorem questões desse tipo.

2) Aplicaremos as estatísticas do risco e do retorno nas ações que vocês tem em suas carteiras
2.1 Use algum desses sites (Infomoney, Bovespa, Uol etc - lembrando que na UFPB nós temos acesso ao Economatica, quem souber, pode utilizá-lo) para coletar dados históricos sobre os preços das ações;
2.2 Calcule os retornos mensais nos últimos 2 anos (se tiver informações sobre proventos, calcule o retorno ajustado para proventos);
2.3 Calcule as estatísticas do risco e do retorno.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Insider trading na Capital Aberto

A última edição da Revista Capital Aberto contou com a participação do Professor Orleans Martins, da UFPB (confira na imagem abaixo):

 

Muito se tem falado sobre insider trading ultimamente. Porém eu acredito que a discussão não levará a muita coisa, pois o que tenho visto é o debate sobre a fiscalização dos "produtores" de informação. Porém esses indivíduos são espertos o bastante para usar "laranjas" - exceto em casos muito específicos onde há o controle e a necessidade de vender parte das ações que davam o controle ao acionista (não preciso citar nomes).

Em breve teremos mais novidades sobre esse tema!

Parabéns aos Professores Orleans Martins e Edilson Paulo pelo reconhecimento do seu trabalho.

sábado, 1 de novembro de 2014

Dividend payout x Dividend yield

         Investidores com perfil avesso ao risco, quase sempre fazem suas escolhas de investimentos no mercado de ações com base nas políticas de dividendos da companhia em que se pretende investir,  pois a maneira como a entidade distribui seus lucros mostra de certa forma como se dá a relação empresa-acionista. Existem alguns indicadores que podem ajudar o investidor “indeciso”, a comparar as diversas políticas de distribuição de proventos. Os mais populares são o dividend payout e o dividend yield.

Dessa forma, o dividend payout é calculado de acordo com a proporção de distribuição de lucros da companhia, que geralmente ocorre de acordo com o que está acordado no estatuto da empresa. Assim o pagamento deste tipo de dividendos ocorre de forma simples. Imagine que em determinado período a empresa Light, companhia do setor de energia, resolve distribuir parte dos seus lucros em forma de dividendos, se a empresa segue a sua política regular de dividend payout, a entidade distribuiria por exemplo 50% dos seus lucros e os 50% restantes ficariam retidos para possíveis investimentos e reinvestimentos (é apenas um exemplo).
          No entanto o dividend yield segue outra forma de distribuir os lucros da empresa, em determinado período são acumulados todos os valores, por exemplo nos últimos doze meses, determinada entidade distribui R$ 2,90 de dividendos e R$ 1,39 de juros sobre o capital próprio, por ação, dessa forma o acumulado entre estes valores seria de R$ 4,29 por ação, então quanto isso representaria em relação ao valor da ação, supondo que a ação da companhia esteja cotada a R$ 43,67? A razão de R$ 4,29/R$ 43,67 mostra a proporção de aproximadamente 9,92%. Essa proporção expressa o retorno da distribuição dos proventos - dividend yield.

         Dessa forma sabe-se que todo cuidado é pouco antes de tomar decisões, acerca de onde investir, por isso vale sempre a pena averiguar bem as políticas de distribuição de proventos de determinada companhia e além disso, comparar ambos indicadores. 


Fonte: http://www.infomoney.com.br/

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Coisas que o Mercado Fala [PARTE III]

Para finalizar, segue o último vídeo sobre "coisas que o mercado fala". Vocês deverão me enviar por email até o dia 28/10.

Clique aqui.

Espero que tenham se divertido muito com o vídeo e com o aprendizado!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

Coisas que o Mercado Fala [PARTE II]

Turma, dando continuidade aos vídeos sobre termos técnicos e a "montagem" do seu dicionário, segue o segundo vídeo.

Vocês devem me entregar até a sexta-feira, dia 24/10.


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Recomendações da Citi Corretora para outubro


Os analistas da Citi, decidiram retirar os papéis da Cosan (CSAN3) e da Mills (MILS3) de sua carteira recomendada, para colocar os da Ultrapar (UGPA3) e Braskem (BRKM5).

O motivo para a inserção da Braskem, deve-se a expectativa de crescimento sustentável na demanda, pois a empresa se beneficia com os maiores spreads de polímero do mundo, podendo manter esses spreads em 2015. Já para a Ultrapar, os analistas acreditam no ganho de market share no segmento de distribuição de combustíveis que a empresa vem ganhando e uma nova frente de crescimento para sua rede de farmácia Extrafarma. Fora isso, permanecem os oitos papéis recomendados pela corretora: Ambev (ABEV3), BB Seguriade (BBSE3), BRF (BRFS3), CCR (CCRO3), Pão de Açúcar (PCAR4), Suzano(SUZB5), Transmissão Paulista (TRPL4) e Valid (VLID3).

Fonte:
http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3608613/citi-recomenda-acoes-defensivas-que-valorizam-com-cambio-veja

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Coisas que o mercado fala [ATIVIDADE]

Turma, no dia 21/10 vocês me entregarão uma lista com as definições dos termos técnicos que foram falados no vídeo "Coisas que o Mercado Fala" (clique aqui).

Após a entrega desse material, postarei o vídeo 2 e depois o vídeo 3.

Espero que se divirtam, pois é bem engraçado.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Venda a descoberto: uma nova Enron?

A procura por uma nova Enron poderá apresentar melhores resultados no mercado de venda a descoberto.


O mercado de venda a descoberto foi "favorecido" por diversos escândalos, lembrando o caso da Enron, uma das companhias líderes no mundo em distribuição de energia e comunicações. O investidor Jim Chanos teve lucros altíssimos com a venda a descoberto de ações da Enron, alvo de um escândalo de fraude contábil em 2000 e 2001. A estratégia da venda a descoberto está em vender um ativo tomado emprestado na esperança de recomprá-lo posteriormente a um preço mais baixo para ser devolvido ao proprietário do ativo. Essa estratégia é entendida de duas formas, chamada de primeira escola, aquela onde o vendedor a descoberto suspeita de fraude ou algum problema com a empresa. E, na outra, o operador acredita que a ação está sobreavaliada e vai cair. O desempenho da estratégia usando Valuation apresenta desempenho bem pior que as operações de short envolvendo fraudes.

Dessa forma, fica entendido que o mercado de venda à descoberto está na aposta da queda do ativo, onde os números apresentaram uma variação média negativa de 30%, baseada na estratégia de “fraude”, enquanto as campanhas conduzidas pela valorização tiveram um retorno médio positivo de 3%.

Fonte: Valor

domingo, 12 de outubro de 2014

Próxima aula no laboratório

Pessoal de Finanças I, conforme explicado na aula dessa sexta-feira e conforme nosso planejamento, a próxima aula do laboratório será na primeira aula após a prova.

Fiquem atentos às atividades que devem ser feitas nesta aula (21/10/2014).

A atividade será feita em dupla (a mesma da apresentação do artigo):

1) Pesquisar sobre bons setores da economia para investir no longo prazo (pelo menos 3 setores);

2) Dentro de cada setor, vocês devem escolher algumas empresas que estão no folhainvest, além de pensar em quanto vocês investirão em cada uma delas.

O que vocês me entregarão:

i) um relatório "profissional" sobre as duas questões acima; e

ii) explicar para a turma as suas escolhas.

Isso fará com que vocês comecem a pensar melhor sobre o porquê de investir em cada empresa e as suas justificativas podem ajudar outra pessoa (é isso que vocês farão quando estiverem no mercado de trabalho, convencer as pessoas sobre as suas escolhas).