Esse vídeo foi gravado pelo aluno Leony Alexandre Soares, da turma de Administração Financeira da manhã.
Era parte de um trabalho da disciplina estimar os betas dos ativos da carteira dos alunos, então aqui está a resposta de Leony.
Esse blog foi criado com o objetivo de ser mais uma ferramenta de ensino e divulgação de matérias, artigos, exercícios, dicas etc relacionadas a Finanças empresariais e pessoais. O blog é mantido pelo monitor da disciplina de Finanças Aplicadas (Ciências Atuariais - UFPB).
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sexta-feira, 14 de outubro de 2016
quinta-feira, 29 de setembro de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
3ª lista de revisão de Finanças I
quarta-feira, 18 de maio de 2016
Aula de sexta-feira em Finanças I [Laboratório]
Turmas, conforme eu informei em sala, sexta-feira nossa aula será no Laboratório.
O que vocês devem trazer para a aula (o trabalho será em dupla):
1) Retornos de 3 ações que vocês escolherem (peguem os preços de 36 meses - vamos usar 36 meses porque vocês podem encontrar no Infomoney, ADVFN ou outro site, mais facilmente) e o retorno do Ibovespa (nosso benchmark); e
2) Estimem os betas de cada um dos 3 ativos de sua carteira. Recomendo que usem o GRETL (download aqui) e vejam o vídeo abaixo sobre como estimar o beta:
Quero que vocês tirem os print screens de todos os passos que fizerem no programa, semelhante ao vídeo acima, e insiram num arquivo Word para me enviar por email, junto com a planilha dos retornos. Vamos considerar a taxa livre de risco (Rf) como sendo 0,5654% ao mês.
No laboratório eu direi o que faremos.
Os que não lembram como calcular os retornos, voltem aos slides da aula do CAPM.
Até sexta!
sexta-feira, 29 de abril de 2016
quarta-feira, 2 de março de 2016
Como estimar o coeficiente beta (GRETL)
Mais um vídeo em espanhol do monitor Calvin Lei, agora sobre como estimar o beta usando o GRETL.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Alpha de Jensen: Exemplo da #RADL3
Na aula da última terça-feira de Finanças I, nós falamos rapidamente sobre o Alpha de Jensen, quando eu falei sobre a importância de se escolher bem a taxa livre de risco (Rf).
Hoje eu participei da conference call da RaiaDrogasil e em um dos slides eles apresentaram o comparativo da RADL3 com o Ibov, apresentando o Alpha do investimento (abaixo).
Para mais informações sobre o Alpha, clique aqui e assista ao vídeo.
domingo, 13 de setembro de 2015
Rating Brasileiro
No dia dia
09/09 o Brasil, através da avaliação da agência de risco Standart&Pools,
perdeu o grau de investimento que
definia o país como um local seguro para se investir e migrou para um patamar
de especulação, uma situação não confortável para os grandes fundos de
investimentos mundiais.
Atualmente
existem 3 grandes casas de rating que servem de referência para avaliação de
risco: Standart&Pools, Moody´s e Fitch.
A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.
No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.
A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.
No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.
A
grande consequência desta classificação a primeira vista e teoricamente é a
disparada do dólar, queda de preços dos principais ativos na BM&FBOVESPA e
por regra a forte queda do índice IBOV, na integra o dia 10/09 foi de forte
tensão no começo do pregão, principalmente antes da abertura.
Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.
Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.
Cabe
entender que os principais Estados produtivos do Brasil já estão tendo suas
notas de rating rebaixados bem como os grandes bancos como Banco do Brasil,
CEF, ITAU etc…. Em um país de grande diversidade, o custo de financiamento está com grande probabilidade de aumentar, espantando investidores de todo mundo. A tendência
é que a Valuation das empresas brasileiras
tendam a mostrar inviabilidade de insvestidoras estrangeiras frente a empresas
que estão em países que detém o almejado grau de investimento, principalmente
pelo confronto da taxa livre de risco versus custo de financiamento e o aumento
do fator especulativo dessas empresas visto o possível aumento do risco país,
fato quase certo.
Segue abaixo
algumas das notícias que selecionei sobre o tema:
Em breve trarei uma análise dos efeitos do rebaixamento nos títulos públicos.
Marcadores:
Capital de terceiros,
Custo do capital,
Dificuldades financeiras,
Fundos de investimentos,
Precificação de Ativos,
Prêmio pelo risco,
Risco e Retorno
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
[VÍDEO] Estimando o beta no GRETL
O monitor Alef Soares gravou um vídeo nos mostrando o passo a passo da estimação do beta no GRETL.
O vídeo poderá ser acessado clicando aqui.
O vídeo poderá ser acessado clicando aqui.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015
Atividade da aula de hoje no laboratório
Na atividade de hoje, cada aluno deverá escolher 3 ações da sua carteira no Folhainvest e estimar o modelo CAPM, de modo a obter o beta dessas ações.
Os dados poderão ser obtidos no Infomoney - na parte de cotações tem como exportar pro Excel. Ele limita a poucos anos, então usem o máximo de meses que for possível. Lembrando que o que se utiliza normalmente é 60 meses.
Caso queiram efetuar esse trabalho na prática de verdade, recomendo que use uma das bases de dados que temos na UFPB: Economatica ou Reuters. Todavia, utilizá-las na nossa aula seria inviável, pelo tempo que levaria para cada um coletar os dados de suas ações.
Os dados poderão ser obtidos no Infomoney - na parte de cotações tem como exportar pro Excel. Ele limita a poucos anos, então usem o máximo de meses que for possível. Lembrando que o que se utiliza normalmente é 60 meses.
Caso queiram efetuar esse trabalho na prática de verdade, recomendo que use uma das bases de dados que temos na UFPB: Economatica ou Reuters. Todavia, utilizá-las na nossa aula seria inviável, pelo tempo que levaria para cada um coletar os dados de suas ações.
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Material para a aula de amanhã
Os materiais para aula sobre precificação de ativos (nas próximas aulas estudaremos o modelo CAPM padrão) poderão ser acessados aqui. Além dos slides, eu disponibilizei algumas planilhas.
Até amanha!
Até amanha!
| Fonte: http://quarterview.com/?p=989 |
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