Esse blog foi criado com o objetivo de ser mais uma ferramenta de ensino e divulgação de matérias, artigos, exercícios, dicas etc relacionadas a Finanças empresariais e pessoais. O blog é mantido pelo monitor da disciplina de Finanças Aplicadas (Ciências Atuariais - UFPB).
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sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Materiais para estudar sobre fundos de investimentos
Recomendo a leitura básica desse livro e deste link (agradeçam a Elesandra por compartilhar com vocês), além dos materiais usados em sala de aula.
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Declínio de fundos ativos nos EUA [Parte 2]
Uns dias atrás postei uma matéria do Valor sobre o declínio dos fundos ativos.
Abaixo um vídeo do WSJ sobre isso.
Abaixo um vídeo do WSJ sobre isso.
quinta-feira, 18 de agosto de 2016
Otimização de carteiras: Índice de Sharpe e Treynor
Aqui está mais um vídeo elaborado por nossos monitores, agora especificamente sobre os Índices de Sharpe e Treynor.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Alpha de Jensen: Exemplo da #RADL3
Na aula da última terça-feira de Finanças I, nós falamos rapidamente sobre o Alpha de Jensen, quando eu falei sobre a importância de se escolher bem a taxa livre de risco (Rf).
Hoje eu participei da conference call da RaiaDrogasil e em um dos slides eles apresentaram o comparativo da RADL3 com o Ibov, apresentando o Alpha do investimento (abaixo).
Para mais informações sobre o Alpha, clique aqui e assista ao vídeo.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2015
Apresentações dos trabalhos finais
Aqui estão algumas fotos dos trabalhos que foram apresentados como requisito para a nota final da disciplina.
Parabéns a todos que concluíram e que se dedicaram a esse trabalho.
Obrigado também aos monitores pelo auxílio. Até a próxima!
Parabéns a todos que concluíram e que se dedicaram a esse trabalho.
Obrigado também aos monitores pelo auxílio. Até a próxima!
domingo, 13 de setembro de 2015
Rating Brasileiro
No dia dia
09/09 o Brasil, através da avaliação da agência de risco Standart&Pools,
perdeu o grau de investimento que
definia o país como um local seguro para se investir e migrou para um patamar
de especulação, uma situação não confortável para os grandes fundos de
investimentos mundiais.
Atualmente
existem 3 grandes casas de rating que servem de referência para avaliação de
risco: Standart&Pools, Moody´s e Fitch.
A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.
No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.
A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.
No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.
A
grande consequência desta classificação a primeira vista e teoricamente é a
disparada do dólar, queda de preços dos principais ativos na BM&FBOVESPA e
por regra a forte queda do índice IBOV, na integra o dia 10/09 foi de forte
tensão no começo do pregão, principalmente antes da abertura.
Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.
Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.
Cabe
entender que os principais Estados produtivos do Brasil já estão tendo suas
notas de rating rebaixados bem como os grandes bancos como Banco do Brasil,
CEF, ITAU etc…. Em um país de grande diversidade, o custo de financiamento está com grande probabilidade de aumentar, espantando investidores de todo mundo. A tendência
é que a Valuation das empresas brasileiras
tendam a mostrar inviabilidade de insvestidoras estrangeiras frente a empresas
que estão em países que detém o almejado grau de investimento, principalmente
pelo confronto da taxa livre de risco versus custo de financiamento e o aumento
do fator especulativo dessas empresas visto o possível aumento do risco país,
fato quase certo.
Segue abaixo
algumas das notícias que selecionei sobre o tema:
Em breve trarei uma análise dos efeitos do rebaixamento nos títulos públicos.
Marcadores:
Capital de terceiros,
Custo do capital,
Dificuldades financeiras,
Fundos de investimentos,
Precificação de Ativos,
Prêmio pelo risco,
Risco e Retorno
quarta-feira, 25 de março de 2015
Fundos de Investimentos
Fundos
de investimentos são uma alternativa viável para aqueles investidores que
almejam obter algum rendimento com uma quantidade não tão alta de dinheiro.
Apresento a vocês o condomínio.
O
Fundo de investimento em condomínio consiste na ideia de que cada investidor no
condomínio e chamado de cotista, pois o mesmo é possuinte de uma certa
quantidade de cotas existentes no fundo de investimentos. Ao Fundo de
investimento dar-se o nome de condomínio, a ideia geral é a de que um fundo de
investimento siga “analogamente” um sistema parecido com um de um condomínio,
por exemplo, um condomínio de verdade existem os apartamentos, e existem as
pessoas que prestam serviço ao condomínio, pois bem, no condomínio de um fundo
de investimentos não é diferente, cada investidor do fundo é possuidor de uma
certa quantidade de cotas, e existem os agentes prestadores de serviços, no
caso do condomínio de verdade, temos o Porteiro, o pessoal que cuida da
higienização do ambiente, os seguranças etc. Já no fundo de investimentos em
cotas temos o Administrador, que é o responsável legal do condomínio perante aos
órgãos reguladores, temos o Distribuidor, que é o responsável por distribuir as
cotas, ou seja, vende-las aos novos cotistas do fundo, temos o Custodiante, que é o responsável por manter a guarda
das cotas, temos o Gestor que é o responsável legal por comprar e vender os
ativos do fundo de investimentos e o auditor independente, este último é o mais
importante, pois o mesmo é o responsável por auditar as contas do fundo pelo
menos uma vez por ano, todo fundo de investimento deve contratar um auditor
independente.
Dessa
forma, você leitor deve estar se perguntando, sim mais como se dão o valor de
cada cota do fundo? Muito simples, é uma razão entre o Patrimônio Líquido do
Fundo e o número de cotas existentes no condomínio.
Todos
os investidores têm o mesmo direito perante outros investidores,
independentemente do número de cotas possuídas por cada cotista. Dessa forma os
fundos de investimentos podem ser do tipo ativo ou passivo, os fundos do tipo ativo,
objetivam superar um determinado índice por exemplo o Ibovespa, já os fundos do
tipo passivo, buscam apenas acompanhar este índice.
Fontes:
Apostila Edgar Abreu, Curso CPA 10
domingo, 14 de dezembro de 2014
Previdência complementar aberta: PGBL e VGBL
Quando se pensa em aposentadoria, logo surge a dúvida sobre qual tipo de plano se adequa melhor ao perfil do segurado. Dessa forma nas entidades de previdência complementar aberta, cada plano possui suas próprias peculiaridades e estes planos realizam o pagamento do benefíco no momento em que segurado atinge a idade estabelecidada no contrato, ou seja, diferente de outros tipos de seguros, onde o segurado ou seus beneficiários recebem uma indenização caso ocorra algum sinistro, estes planos previdenciários irão pagar o benefício do participante no momento em que ele atingir a idade estabelecida no contrato, se assemelhando bastante ao seguro sobrevivência.
Dessa forma, existem na previdência complementar aberta dois tipos de planos de benefícios o PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre) - existem outros planos, no entanto estes são os mais conhecidos. O PGBL é um pouco arriscado, pois não existe garantia de rentabilidade e além do mais esta rentabilidade pode até chegar a ser negativa, no entanto se houver rentabilidade positiva esta é repassada de forma integral para o segurado. O capital aplicado no PGBL fica sendo administrado por um fundo de investimento especializado na gestão de recursos de terceiros. O PGBL é mais adequado para as pessoas que fazem a declaração do IR pelo formulário completo, pois as pessoas que participam deste tipo de plano previdenciário podem deduzir até 12% da renda bruta total anual.
Já o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre) é um seguro de vida com cobertura por sobrevivência, este plano se adequa melhor ao seguro de pessoas (seguro de vida), neste plano a contribuição é definida, o segurado repassa um determinado valor periodicamente ao plano de benefícios até o momento de sua aposentadoria, dessa forma o montante a receber após o período de contribuição pode ser recebido de uma única vez ou de forma fracionada. O VGBL se enquadra melhor no perfil de pessoas que não possuem renda tributável, pois o mesmo não pode ser deduzido do imposto de Renda como o PGBL.
Fonte: http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI147058-EI1807,00.html
http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=191
http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI147056-EI1807,00.html
Dessa forma, existem na previdência complementar aberta dois tipos de planos de benefícios o PGBL (Plano Gerador de Benefícios Livre) e o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre) - existem outros planos, no entanto estes são os mais conhecidos. O PGBL é um pouco arriscado, pois não existe garantia de rentabilidade e além do mais esta rentabilidade pode até chegar a ser negativa, no entanto se houver rentabilidade positiva esta é repassada de forma integral para o segurado. O capital aplicado no PGBL fica sendo administrado por um fundo de investimento especializado na gestão de recursos de terceiros. O PGBL é mais adequado para as pessoas que fazem a declaração do IR pelo formulário completo, pois as pessoas que participam deste tipo de plano previdenciário podem deduzir até 12% da renda bruta total anual.
Já o VGBL (Vida Gerador de Benefícios Livre) é um seguro de vida com cobertura por sobrevivência, este plano se adequa melhor ao seguro de pessoas (seguro de vida), neste plano a contribuição é definida, o segurado repassa um determinado valor periodicamente ao plano de benefícios até o momento de sua aposentadoria, dessa forma o montante a receber após o período de contribuição pode ser recebido de uma única vez ou de forma fracionada. O VGBL se enquadra melhor no perfil de pessoas que não possuem renda tributável, pois o mesmo não pode ser deduzido do imposto de Renda como o PGBL.
Fonte: http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI147058-EI1807,00.html
http://www.tudosobreseguros.org.br/sws/portal/pagina.php?l=191
http://invertia.terra.com.br/previdencia/interna/0,,OI147056-EI1807,00.html
terça-feira, 20 de maio de 2014
Cadernos CVM [Download gratuito]
Em maio do ano passado eu postei o texto abaixo no meu blog de Contabilidade. Acesse a página da CVM para baixar as atualizações.
Os "Cadernos CVM" tratam de diversos assuntos importantes para os investidores. Todos eles são distribuídos gratuitamente em pdf.
Segue a lista atualizada até o dia 28/05/2013:
Caderno 1: O que é a CVM [Download PDF]
Caderno 2: Os Serviços de Custódia e de Ações Escriturais [Download PDF]
Caderno 3: Fundos de Investimento [Download PDF]
Caderno 4: Fundos de Invesimento FGTS [Download PDF]
Caderno 5: Negociações On Line [Download PDF]
Caderno 6: Fundo de Investimento Imobiliário [Download PDF]
Caderno 7: Mercado de Balcão [Download PDF]
Caderno 8: Principais Direitos dos Acionistas Minoritários [Download PDF]
Caderno 9: Mercados de Derivativos [Download PDF]
sábado, 3 de maio de 2014
CVM coloca em audiência pública novas minutas: fundos de investimento e investidor qualificado
Está aberto o período para que possamos escrever e enviar à CVM nossa opinião sobre essas duas normas. É muito importante que nós participemos, enquanto acadêmicos e enquanto investidores.
Ano passado eu participei da audiência sobre a divulgação de fatos relevantes na internet. Quem tiver interesse, pode ler a postagem clicando aqui.
Segue o texto do site da CVM:
Ano passado eu participei da audiência sobre a divulgação de fatos relevantes na internet. Quem tiver interesse, pode ler a postagem clicando aqui.
Segue o texto do site da CVM:
A CVM entende que, após 10 anos de vigência da Instrução CVM nº 409, é o momento de modernizar as regras aplicáveis aos fundos de investimento. Nesse sentido, parte expressiva da presente reforma refere-se à valorização dos meios eletrônicos de comunicação e à racionalização do volume, teor e forma de divulgação de informações.
Além desses pontos, a proposta trata ainda dos seguintes itens:
(i) flexibilização dos limites de aplicação em determinados ativos financeiros, em especial ativos financeiros no exterior;
(ii) dispensa da assinatura de termo de adesão para fundos que invista mais de 95% de seu patrimônio líquido em ativos de risco soberano;
(iii) aprimoramento da regulamentação da taxa de performance;
(iv) maior transparência com relação à política de distribuição;
(v) proibição do recebimento de remuneração que prejudique a independência na gestão do fundo; e
(vi) maior clareza com relação às atribuições e divisão de responsabilidades entre gestor e administrador.
A segunda minuta introduz o novo conceito de investidor qualificado e de investidor profissional, que passam a estar previstos na Instrução CVM nº 539/13, que dispõe sobre o dever de verificação da adequação dos produtos, serviços e operações ao perfil do cliente.
A CVM propõe que as pessoas jurídicas e naturais sejam consideradas investidores profissionais quando possuírem investimentos financeiros superiores a R$ 20 milhões e investidores qualificados quando possuírem investimentos financeiros superiores a R$ 1 milhão.
A minuta também contempla a eliminação das regras que exigem investimento ou valor unitário mínimo nos valores mobiliários regulamentados pelas instruções da Autarquia, que não eram uniformes e podiam levar a arbitragens regulatórias.
As sugestões e os comentários com relação às minutas devem ser encaminhados à Superintendência de Desenvolvimento de Mercado (SDM), até o dia 30 de junho de 2014.
Clique aqui para ter acesso ao edital de audiência pública com a minuta da nova norma que dispõe sobre a constituição, administração, o funcionamento e a divulgação de informações dos fundos de investimento.
Com o objetivo de facilitar a identificação dos dispositivos que foram introduzidos ou alterados, a CVM também disponibiliza tabelas comparativas entre a nova norma e a Instrução CVM nº 409/04 (Anexo I ao Edital), e vice-versa (Anexo II ao Edital).
Clique aqui para ter acesso ao edital de audiência pública com a minuta de norma que altera a Instrução CVM nº 539/13 (investidor qualificado).
Clique aqui para acessar o documento com mais informações a respeito da nova norma.
sábado, 26 de abril de 2014
Lista de artigos que serão apresentados em sala
Conforme combinado na última aula, seguem os links para download dos artigos que vocês apresentarão (alunos de Fundamentos da Análise de Investimentos).
Esses artigos são todos dos eventos da nossa área que ocorreram no ano passado.
Os alunos que ainda estão sem grupo, porque faltaram a aula de ontem, poderão escolher seus artigos na próxima aula.
Esses artigos são todos dos eventos da nossa área que ocorreram no ano passado.
Os alunos que ainda estão sem grupo, porque faltaram a aula de ontem, poderão escolher seus artigos na próxima aula.
2.APLICAÇÃO DOS MODELOS DE PREVISÃO DE INSOLVÊNCIA, NAS
EMPRESAS DA BM&FBOVESPA QUE SE ENCONTRAM EMSITUAÇÃO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL;
6.UM ESTUDO EMPÍRICO SOBRE O VIÉS COGNITIVO DO SENSO DECONTROLE APLICADO ÀS DECISÕES DE INVESTIMENTOS
15. AINFLUÊNCIA DO ÍNDICE BOOK-TO-MARKET E DO ROE NA EXPLICAÇÃO DOS RETORNOS DASAÇÕES BRASILEIRAS
segunda-feira, 17 de março de 2014
Ações vs Fundo de ações
Uma das maneiras investir numa cesta diversificada de ações é a aplicação em fundo de ações, sendo uma forma de adquirir ou acompanhar o índice de bolsa de valores. A exemplo desses fundos destaca-se o ETF BOVA11 ( fundo de ações que acompanha ou segue o IBOV) .
Segue o vídeo explicativo:
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