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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Alpha de Jensen: Exemplo da #RADL3

Na aula da última terça-feira de Finanças I, nós falamos rapidamente sobre o Alpha de Jensen, quando eu falei sobre a importância de se escolher bem a taxa livre de risco (Rf)

Hoje eu participei da conference call da RaiaDrogasil e em um dos slides eles apresentaram o comparativo da RADL3 com o Ibov, apresentando o Alpha do investimento (abaixo).


Para mais informações sobre o Alpha, clique aqui e assista ao vídeo.

domingo, 13 de setembro de 2015

Rating Brasileiro

No dia dia 09/09 o Brasil, através da avaliação da agência de risco Standart&Pools, perdeu o grau de investimento  que definia o país como um local seguro para se investir e migrou para um patamar de especulação, uma situação não confortável para os grandes fundos de investimentos mundiais.
                Atualmente existem 3 grandes casas de rating que servem de referência para avaliação de risco: Standart&Pools, Moody´s e Fitch.

A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.

No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.

                A grande consequência desta classificação a primeira vista e teoricamente é a disparada do dólar, queda de preços dos principais ativos na BM&FBOVESPA e por regra a forte queda do índice IBOV, na integra o dia 10/09 foi de forte tensão no começo do pregão, principalmente antes da abertura.

Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.

Cabe entender que os principais Estados produtivos do Brasil já estão tendo suas notas de rating rebaixados bem como os grandes bancos como Banco do Brasil, CEF, ITAU etc…. Em um país de grande diversidade, o custo de financiamento está com grande probabilidade de aumentar, espantando investidores de todo mundo. A tendência é que a Valuation das empresas brasileiras tendam a mostrar inviabilidade de insvestidoras estrangeiras frente a empresas que estão em países que detém o almejado grau de investimento, principalmente pelo confronto da taxa livre de risco versus custo de financiamento e o aumento do fator especulativo dessas empresas visto o possível aumento do risco país, fato quase certo.

Segue abaixo algumas das notícias que selecionei sobre o tema:




            Em breve trarei uma análise dos efeitos do rebaixamento nos títulos públicos.

quinta-feira, 11 de junho de 2015

A importância da diversificação das receitas: o caso da Lupatech

A Moderna Teoria Financeira (cujo Big Bang foi originado por Markowitz lá na década de 1950) já nos falava sobre a importância da diversificação com o objetivo de reduzir riscos. As avós das nossas avós também já diziam para não colocarmos todos os ovos na mesma sacola, para reduzir o risco de quebrar todos eles de uma só vez.

Enquanto a Petrobras estava muito bem, a Lupatech também estava muito bem. Porém agora que a Petrobras entrou em crise, a Lupatech não resistiu e hoje foi publicado o seu pedido de recuperação judicial.

Só nos últimos dois anos, a Lupatech teve quase 70% de sua receita atrelada à nossa "estatal".

Caso semelhante aconteceu com o Grupo EBX. As empresas eram muito interligadas, quando houve o problema inicial com uma delas, desencadeou problemas nas demais.

Diversificar é preciso, apesar de alguns não concordarem (Warren Buffet chegou a dizer uma vez que era burrice... vai saber o que ele tem em mente).


sexta-feira, 27 de março de 2015

[ENTREVISTA] Os impactos gerais da convergência de padrões contábeis internacionais

Entrevista muito esclarecedora do Professor Edilson Paulo, sobre normas internacionais de contabilidade (clique aqui).

Uma das partes mais importantes, na minha opinião, é quando ele fala da questão do julgamento e da formação do contador como AVALIADOR DE NEGÓCIOS. Nós, contadores, somos AVALIADORES DE NEGÓCIOS, não somos guarda-livros. Ele fala sobre isso no vídeo 2, a partir de 3 minutos e 10 segundos.

Felizmente, no curso de ciências contábeis e de ciências atuariais da UFPB nós temos disciplinas que abrem a mente dos alunos para esse tema. Uma delas é ministrada por mim, anualmente nos semestres ímpares (e é a disciplina que eu mais gosto): fundamentos da análise de investimentos e finanças II.


Contadores, sejam avaliadores, não vivam no passado!

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Material para a aula de amanhã

Os materiais para aula sobre precificação de ativos (nas próximas aulas estudaremos o modelo CAPM padrão) poderão ser acessados aqui. Além dos slides, eu disponibilizei algumas planilhas.

Até amanha!

Fonte: http://quarterview.com/?p=989

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Mais questões de revisão para a prova

Essas foram preparadas pelo monitor Alef Soares:




1) Mostre com exemplos práticos, pelo menos 5 críticas ao modelo de Markowitz.



2) O título X tem retorno esperado igual a 10% seu retorno tem desvio-padrão igual a 7%. O título Y tem retorno esperado igual a 15% e desvio padrão de 23%.

a) Qual o retorno esperado de uma carteira composta por 60% do título X e 40% do título Y?

b) Sendo o coeficiente de correlação entre os retornos X e Y 0,4, qual é o desvio padrão do retorno da carteira?


3) No ano passado você comprou 250 ações da BRFS3 a R$ 66,40 a unidade. E recebeu dividendos no total de R$ 2.500,00 durante o ano. Atualmente a ação está cotada a R$ 50,30.

a) Qual foi seu ganho de capital (se houve)?

b) Qual foi o seu retorno absoluto total?

c) Qual foi o seu retorno percentual?

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Questões adicionais para a prova de Finanças I

Turma, revisem tudo o que vimos em sala para a nossa prova. Aproveitem que nessa segunda prova tem pouco assunto. Para ajudá-los a relembrar o que vimos nas últimas duas aulas teóricas e prática, seguem 3 questões elaboradas pelo monitor Fred Maul.

1) Que medida devemos tomar mais cuidado quando estamos analisando a formação de uma carteira com ativos de risco?

2) Estime o risco e o retorno esperado de uma carteira formada por dois ativos. Apresente, além do desvio padrão da carteira, a correlação entre os dois ativos. Considere que cada ativo tenha a mesma participação na carteira.

Retornos do ativo A: 15%, 10,5% e 5%

Retornos do ativo B: 25%, 13,5% e 7%

3) Qual deverá ser o peso (participação) de cada ativo na carteira da questão 2, para que ela tenha a menor variância?

terça-feira, 18 de novembro de 2014

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

[LABORATÓRIO] Finanças I

Turma, nossa aula de sexta-feira será no laboratório (conforme planejamento das aulas).

O que nós faremos:

1) Apresentação de cada grupo sobre o andamento dos seus investimentos: que ações vocês compraram e por quê? Que ações vocês ainda tem na carteira e que novas ações vocês compraram e por quê? Aumentaram o "peso" de alguma ação? Quero que explorem questões desse tipo.

2) Aplicaremos as estatísticas do risco e do retorno nas ações que vocês tem em suas carteiras
2.1 Use algum desses sites (Infomoney, Bovespa, Uol etc - lembrando que na UFPB nós temos acesso ao Economatica, quem souber, pode utilizá-lo) para coletar dados históricos sobre os preços das ações;
2.2 Calcule os retornos mensais nos últimos 2 anos (se tiver informações sobre proventos, calcule o retorno ajustado para proventos);
2.3 Calcule as estatísticas do risco e do retorno.