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quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Nova fase no mercado de petróleo



Com o preço do petróleo cada vez menor, o IEA prevê uma queda no preço para o ano de 2015.


Confira a nova fase que passa o petróleo em: Nova fase do óleo no Brasil



domingo, 16 de novembro de 2014

Alguns tipos de derivativos [exóticos]

Como  complemento de um atividade de sala, eu solicitei aos alunos Oscar Alves e Caroline Lima que pesquisassem sobre tipos de derivativos.

Segue uma parte do que eles pesquisaram, talvez ajudem vocês no futuro, com esse resumo:



A qualificação da operação com derivativos exóticos depende de alguns critérios, tais como: unidade operacional que possui exposição ao risco cambial como parte do instrumento de hedge; documentação formal constando a natureza do risco que está sendo hedgeado e o método para o calculo da efetividade; a transação de hedge denominada numa unidade monetária diversa da moeda funcional da empresa; relação altamente efetiva, ou seja, no início do hedge e em base contínua.
Componentes típicos de derivativos exóticos:
·         Exercício antecipado
Ex: opções americanas (opção que pode ser exercida em qualquer momento, até a data final do exercício), títulos conversíveis, etc.
·         Dependência de caminho fraca
Ex: opções com barreira (são opções em que seu valor no vencimento é função do fato do preço do ativo subjacente ter atingido um nível previamente definido)
·         Dependência de caminho forte
Ex: Opções asiáticas (opção com base no preço médio do ativo subjacente durante a vida da opção)
·         Dependência temporal
Ex: Opções das bermudas (opção que pode ser exercida em datas específicas antes do vencimento)
·         Dimensionalidade
Ex: Opções de mais um ativo-obejto.
·         Ordem
Ex: Opção de compra de uma opção de venda, opção de compra de ação.


REFERÊNCIAS:
http://www.chrinvestor.com/2008/10/15/o-perigo-dos-derivativos-cambiais/#sthash.F3WgaTV9.dpuf





 

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Atividades para a aula do Laboratório de Finanças III

Turma, vocês deverão fazer as seguintes atividades na aula de hoje no Laboratório:



Simulador da bm&F

1.1  Definição do mini índice de Bovespa
1.2  Quais são os ativos aceitos como margem nos contratos de mini índice?
1.3   Quais são os Custos operacionais dos contratos de mini índice?
2        )o que é o contrato futuro de mini taxa de câmbio e como ele funciona?
3        ) o que é o contrato futuro de DI?
4        Quais são as principais características do contrato futuro de DI?
5        Faça um resumo das “10 principais coisas que é preciso conhecer” sobre o contrato de DI – no material do simulador.
6        O que é preciso saber para operar no mercado futuro, por exemplo, de café arábica e milho?

Após isso, vocês deverão acompanhar o tutorial do simulador e efetuar algumas negociações nele.

domingo, 2 de novembro de 2014

Questões para os casos de terça-feira

Na sexta-feira, na turma da noite, Kelper e Hallyson, à medida que foram apresentando o caso, já foram mostrando as questões e as respostas com base no que eles apresentaram.

Cada um tem liberdade de fazer a apresentação da maneira que achar melhor. Todavia, a forma como eles fizeram ficou muito boa.

Me enviem os slides antes da aula começar!

Além disso, busquem informações além daquelas que estão no caso. Já que eu facilitei para vocês dando as perguntas de forma antecipada. Isso é fundamental!

Caso 37:

1. What is a financial lease? What advantages or disadvantages does it have over debt?

2. What are the pros and cons of each of the three financing alternatives given in the case

3. What is the problem in the case?

4. Which alternative did you choose? Why? Provide quantitative support for your answer.


Caso 38:


1. Why do they call these contracts derivatives? Where is the optionality in these contracts?

2. Draw a diagram of payoffs at the end of the life for the contract presented in case Exhibit 1.

3. Please deconstruct the options embedded in the contract given in case Exhibit 1. Are they puts or calls? Are the positions long or short from PNW’s standpoint?

4. What are the pros and cons of weather protection from PNW’s perspective?

5. Why is Enron in this situation? What does Enron stand to gain?

6. How should Mary Watts proceed to assess, and decide upon, the use of weather protection for PNW? What criteria should she use to make her decision?

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dívida em moeda estrangeira e a Vale

Segue a confirmação do que conversamos em sala de aula, sobre a implicação do aumento do dólar na dívida das empresas, especificamente sobre a Vale (mais informações nos próprios relatórios financeiros da empresa):



Bolsa tem alta com sinalização do Copom e espera por reajuste - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3667368/bolsa-tem-alta-com-sinalizacao-copom-espera-por-reajuste
Bolsa tem alta com sinalização do Copom e espera por reajuste - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3667368/bolsa-tem-alta-com-sinalizacao-copom-espera-por-reajuste

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A queda do petróleo pode ajudar a balança comercial do país a fechar com superávit

Analistas acreditam que o recuo na cotação do barril de petróleo do tipo brent (petróleo cru), no mês de outubro, de 9,2%, venha a proporcionar um pequeno superávit neste ano na balança comercial. Os analistas do setor esperam um aumento no déficit da balança de petróleo e derivados, devido a quantidade exportada de óleo cru em relação a combustíveis e subprodutos do petróleo importados para o Brasil.

As estimativas dos analistas é de que os contratos de venda de petróleo realizados pela Petrobras não passem pelo mercado "spot" (a transação é decorrente da entrega da mercadoria, mediante o pagamento à vista), também conhecido como o mercado à vista, apresentando graus de elasticidade, mais sensível à variação de preços.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o Brasil registrou retração de 1,7% nos embarques totais, então até o final do último mês de 2014, a commodity deverá ser embarcada em maior volume, para compensar as três plataformas exportadas pela Petrobras, que adicionaram US$ 4,9 bilhões às exportações totais.
Os principais produtos exportados pela economia brasileira, são: petróleo, soja e minério. Como os contratos de minério de ferro a ser embarcado já foram assinados e quase toda a soja já foi exportada. Logo, o produto para definir o resultado do ano, será o petróleo, com previsão para estar nas estatísticas do comércio exterior até dezembro, a um preço barato, se conseguir o nível de exportação esperado, o Brasil apresentará um superávit.   

Fonte: Valor

Lucro das empresas deve cair no 3T14 [ATIVIDADE]

Foi noticiado hoje no Valor que o lucro das empresas brasileiras deverá cair, em média, 10% no 3º trimestre de 2014.


Isso ocorrerá, possivelmente, pelo cenário político conturbado que vivemos, fazendo com que o dólar chegasse, na data do fechamento dos balanços, a R$ 2,45.

http://1.bp.blogspot.com
"Estimativas do BTG Pactual indicam que a receita líquida do terceiro trimestre de 121 empresas analisadas cresceu 6,2% em relação ao trimestre anterior. O lucro líquido no período, porém, deve cair quase 10% e o Ebitda ficará estável."

(...)

"A influência positiva do câmbio nas receitas das exportadoras não será contabilizada totalmente agora. Isso porque o dólar médio do período não teve uma alta tão acentuada quanto o do fim do trimestre. Assim, as maiores produtoras mundiais de celulose branqueada de eucalipto, Fibria e Suzano, por exemplo, podem ter efeitos negativos no balanço. No segundo trimestre, a Fibria tinha 95% da dívida bruta total denominada em dólar e a Suzano, 54%.
 "Empresas de alimentos, como BRF, JBS, Minerva e Marfrig, também expostas ao dólar, devem registrar o impacto negativo do câmbio na dívida. A Vale será duplamente prejudicada. Além de ter grande parte da dívida em dólar, a mineradora é muito dependente da cotação do minério de ferro, que caiu bastante nos últimos meses."

Vocês devem fazer por escrito e me enviar por email na sexta-feira, dia 24/10. Não é por grupos, mas sim individual.

Questões:

1) Quem são as empresas mais afetadas com o aumento do dólar? De forma positiva ou negativa? E por quê?

2) Se você tivesse dívida em dólar, o que poderia fazer para se proteger?

3) Além da variação cambial que afetou as empresas, houve também uma queda no preço do minério de ferro, conforme o seguinte trecho da notícia:
A mineradora Vale será duplamente prejudicada no terceiro trimestre. Além de ter grande parte da dívida denominada em dólar, a empresa está altamente exposta à cotação do minério de ferro, que caiu muito nos últimos meses. Na comparação com o período de julho a setembro do ano passado, a desvalorização é de 32%, passando de US$ 133 a US$ 91 por tonelada, considerando o preço médio do minério com teor de 62% de ferro.
"O preço do minério de ferro no período foi bem menor e isso, com certeza, vai afetar o desempenho da Vale, mesmo que tenha aumento no volume [comercializado]. O que pode acontecer é a empresa apresentar alguma surpresa como melhora de eficiência com corte de custos", avalia Kim, da XP Investimentos.
Com base nisso e no que vimos recentemente nas últimas aulas, responda: o que a gestão da Vale poderia ter feito para proteger suas receitas da desvalorização do minério?

Outra notícia sobre o tema, para os mais interessados, sobre a Fibria.