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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Fundo Criatec: seed capital idealizado pelo BNDES injetará R$ 200 mi em empresas inovadoras

Na aula passada de Finanças III começamos a discutir sobre formas de financiamento para as empresas. Falamos sobre IPO, anjo, venture capital, private equity etc.

Hoje li no Valor que o Criatec (veja o que é, as empresas investidas etc) injetará mais R$ 200 milhões em empresas inovadoras. Fiquem atentos a oportunidades assim. Seus clientes agradecerão!

P.s.: não sabe o que é seed capital? O que diferencia ele do anjo e dos demais "tipos" de capital de risco? Veja aqui um resumo.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Roadshow do Facebook

Na aula de hoje trataremos sobre formas de se captar recursos e uma das formas é por meio do IPO.

Passarei em sala um vídeo com os highlights do roadshow do Facebook, mas os interessados poderão assistir ao vídeo completo no link abaixo. É possível adicionar legendas.


quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Financiamento de Longo Prazo (IPO e SEO - Parte I)

Seguem os materiais que serão utilizados nas próximas aulas. Imprimam os materiais do IPO da SER Educacional ou salvem em seus computadores, celulares ou tablets. Os demais materiais podem ser acessados aqui.

Lembro ainda que terça-feira vocês deverão me informar, em sala de aula, qual será seu tema do artigo ou estudo de caso, antes de darmos continuidade à aula.

Os slides podem ser acessados abaixo:


quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Sem pressa para um I.P.O

 


            A oferta pública de ações nem sempre está entre os objetivos primordiais das entidades.  Algumas empresas de Capital Fechado chegaram a conclusão de que não vale a pena se apressar tanto para realizar uma oferta pública de ações.
            Ao abrir o capital na bolsa de valores a empresa consegue de forma automática ampliar o número de sócios, isso por que os investidores passam a ser proprietários da companhia. Empresas que fizeram sua abertura de capital conseguem ser financiadas pelos investimentos de seus sócios, sendo estes investimentos “inesgotáveis”, pois "bastará" a empresa ter uma boa linha de crescimento e bons projetos que novos investidores surgirão.  O retorno dos investidores estará associado ao desempenho da empresa, de forma que os recursos aplicados pelos investidores não terão um prazo definido para serem resgatados, o que ajuda a diminuir o risco de crédito da entidade, dessa forma com um risco menor a empresa consegue reduzir seu custo de capital que seria basicamente a taxa de financiamento da empresa. 

         Outro ponto relevante da entidade vir a abrir capital na bolsa de valores, é que o grau de liquidez da entidade melhora bastante, qualquer acionista poderá ter sua participação na entidade transformada em dinheiro vivo no momento em que achar necessário (todavia essa liquidez não é garantida, porém para grandes empresas isso ocorre de forma imediata).      
            Mas com tantos motivos assim, por que será que algumas entidades preferem esperar mais do que outras, para fazer uma oferta pública de ações? Para empresas de capital aberto, existe uma maior fiscalização e alguns custos adicionais por tal privilégio, e existem empresas que não estão dispostas a saírem de sua zona de conforto e tentarem algo novo, dessa forma empresas que conseguem prever níveis altos de crescimento e que estão em estado satisfatórios com seus acionistas, não vislumbram motivos para vir a fazer uma oferta pública de ações, pois a grande maioria dos acionistas não se importam como ou com o que a entidade irá fazer para continuar a crescer, ou seja, se importam com o resultado, enquanto a receita estiver aumentando, tudo estará bem.
            Alguns acontecimentos que reforçam estes tipos de pensamentos, foram que o número de empresas de capital fechado que estavam avaliadas em cerca de US $ 1 bilhão, aumentaram e não se verificou o mesmo avanço no número de empresas de capital aberto. Dessa forma, mesmo com os benefícios de uma possível oferta pública de ações, as vezes o melhor é esperar o momento adequado de se fazer um I.P.O. 





              

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Bovespa Mais (novidades)

Preocupados  com o bom funcionamento  e desenvolvimento do mercado acionário
brasileiro,  a  BM&FBOVESPA  criou  algumas  medidas  de  incentivo.  Medidas  estas  que  estão
voltadas mais especificamente para empresas de pequeno e médio porte.

A expectativa é de que novas empresas venham a estar listadas na bolsa de valores do
Brasil até o fim deste ano, e que outras novas empresas venham a fazer parte deste segmento até
o fim do ano que vem. Vale lembrar que esta estratégia ajuda empresas que estejam interessadas
a abrir capital  na bolsa de valores brasileira. Dessa forma as empresas podem vir a usufruir de
uma maior  preparação antes que venham a fazer um  IPO  (Initial Public Offering), ou  seja,
oferta  pública  de  ações,  sendo  ideal  para  que  as  empresas  de  pequeno  e  médio  porte
venham  a  ofertar  suas  ações  no  mercado  aos  poucos.

O  Banco  Nacional  do desenvolvimento Econômico  e Social (BNDES), prevê  ao menos a listagem de uma das empresas que compõem o seu portfólio de investimentos, isto até o fim de 2014.
Um exemplo disto aconteceu com a SENIOR SOLUTION, empresa brasileira do
setor  de  softwares  contábeis.  A  sênior  é  um  dos  bons  exemplo  de  empresas  que
conseguiram se situar no mercado  financeiro, com apenas um ano no Bovespa Mais a
empresa, fez o I.P.O conseguindo um montante de aproximadamente 57 bilhões. Com o
I.P.O da Sênior, outras entidades começam despertar certo tom de curiosidade a respeito
da Bovespa Mais.

O investidor  (pessoa física),  que  pretende  comprar ações de  entidades que estejam
inseridas neste setor, podem vir ficar livres de determinadas tributações. E toda empresa
que  estiverem  inseridas  no  segmento  estarão  isentas  de  taxa  de  registro,  e  também
receberão descontos na taxa de manutenção de suas listagens na bolsa. O Bovespa Mais,
serve como uma ponte que liga as empresas até a BMF – BOVESPA.

Fonte.

Escrito por Alef Soares (monitor da disciplina).

sábado, 13 de setembro de 2014

Aula do dia 16/09 - O papel do intermediário financeiro em aberturas de capital

Os alunos terão que ler, na tese que está referenciada abaixo, os seguintes trechos, para fazermos uma miniprova e discussão, aos moldes da feita na última aula.

Vocês, obrigatoriamente, precisam ler as introduções de cada trecho da tese (poderão levar DESTA VEZ para a aula a tese impressa ou um resumo, porém darei pouco tempo para responderem - quem não ler previamente não conseguirá responder no tempo dado). No restante da aula eu apresentarei outras partes, para discutirmos mais sobre o assunto. Porém, vocês são incentivados a ler a tese toda.

1) Reputação dos bancos coordenadores em aberturas de capital no Brasil - (INTRODUÇÃO) página 14 a 17.

2) Aberturas de capital no Brasil: o relacionamento entre acionistas, emissoras e bancos de investimento - (REVISÃO DA LITERATURA) da página 54 a 61.



ALMEIDA, Vinício S. O papel do intermediário financeiro em aberturas de capital no Brasil. 2010. 124 f. Tese (Doutorado em Administração). Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto COPPEAD de Administração, Rio de Janeiro, 2010.