Seguem os materiais que serão utilizados nas próximas aulas de Finanças II.
Esse blog foi criado com o objetivo de ser mais uma ferramenta de ensino e divulgação de matérias, artigos, exercícios, dicas etc relacionadas a Finanças empresariais e pessoais. O blog é mantido pelo monitor da disciplina de Finanças Aplicadas (Ciências Atuariais - UFPB).
Mostrando postagens com marcador Prêmio pelo risco. Mostrar todas as postagens
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quinta-feira, 14 de julho de 2016
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
Módulo VII – CPA 20
ÍNDICE DE SHARPE:
Começaremos com o índice de Sharpe. Quem cursou Finanças I certamente já estudou este índice (no blog você pode encontrar algumas coisas sobre isso, mas infelizmente ainda não temos disponíveis os materiais sobre avaliação de desempenho, principalmente sobre carteiras - porém semestre que vem eles estarão online para quem quiser, de forma organizada - os alunos da disciplina, todavia, podem encontrar esses materiais nas copiadoras da UFPB).
Começaremos com o índice de Sharpe. Quem cursou Finanças I certamente já estudou este índice (no blog você pode encontrar algumas coisas sobre isso, mas infelizmente ainda não temos disponíveis os materiais sobre avaliação de desempenho, principalmente sobre carteiras - porém semestre que vem eles estarão online para quem quiser, de forma organizada - os alunos da disciplina, todavia, podem encontrar esses materiais nas copiadoras da UFPB).
O índice de Sharpe nos revela a relação existente entre risco e retorno de um
determinado ativo ou de uma carteira de ações. Indo direto ao ponto, quanto
maior for o índice de Sharpe, melhor terá sido o desempenho do ativo. Ou seja, você tomou uma boa decisão.
BETA:
O Beta, também é bastante falado e usado nas aulas de Finanças I (slides de uma das aulas e um vídeo explicando como estimar), II (exemplo 1 e 2) e III. Relembrando aos esquecidos, o Beta mede a sensibilidade de um determinado ativo em relação a uma carteira teórica de mercado (geralmente utilizados o Ibovespa como proxy).
Como o Beta mede a sensibilidade do seu ativo em relação ao mercado, ele mede sua exposição ao risco sistemático. Logo, quanto maior for o Beta, mais arriscado será o seu ativo. Se é mais arriscado, espera-se retornos maiores também.
O benchmark é Beta = 1, porque se o Beta = 1, quer dizer que seu ativo é o próprio mercado: vocês está investindo na carteira do mercado. Então, Betas maiores do que 1 são de ativos mais expostos ao risco sistemático e menores do que 1 são ativos menos expostos a esse risco.
O Beta, também é bastante falado e usado nas aulas de Finanças I (slides de uma das aulas e um vídeo explicando como estimar), II (exemplo 1 e 2) e III. Relembrando aos esquecidos, o Beta mede a sensibilidade de um determinado ativo em relação a uma carteira teórica de mercado (geralmente utilizados o Ibovespa como proxy).
Como o Beta mede a sensibilidade do seu ativo em relação ao mercado, ele mede sua exposição ao risco sistemático. Logo, quanto maior for o Beta, mais arriscado será o seu ativo. Se é mais arriscado, espera-se retornos maiores também.
O benchmark é Beta = 1, porque se o Beta = 1, quer dizer que seu ativo é o próprio mercado: vocês está investindo na carteira do mercado. Então, Betas maiores do que 1 são de ativos mais expostos ao risco sistemático e menores do que 1 são ativos menos expostos a esse risco.
DURATION:
Duration,
mede a sensibilidade de um ativo em relação às variações da taxa de juros,
ao passo que quanto maior for a Duration, menor será o preço do ativo se a taxa
de juros subir.
Clique aqui para ver uma postagem anterior sobre Duration aqui no blog, feita por Hallyson Alberto.
De forma resumida, assim se encerra a série de postagens sobre a certificação CPA-20. Foram explicações resumidas, mas que servirão muito para vocês terem uma ideia geral sobre o tema. Aqui no blog vocês podem encontrar materiais para a maioria dos assuntos. Busquem também outras fontes e boa sorte!
Clique aqui para ver uma postagem anterior sobre Duration aqui no blog, feita por Hallyson Alberto.
De forma resumida, assim se encerra a série de postagens sobre a certificação CPA-20. Foram explicações resumidas, mas que servirão muito para vocês terem uma ideia geral sobre o tema. Aqui no blog vocês podem encontrar materiais para a maioria dos assuntos. Busquem também outras fontes e boa sorte!
Assita também a esse vídeo: youtube.com/watch?v=dZF_KER6QLk
domingo, 13 de setembro de 2015
Rating Brasileiro
No dia dia
09/09 o Brasil, através da avaliação da agência de risco Standart&Pools,
perdeu o grau de investimento que
definia o país como um local seguro para se investir e migrou para um patamar
de especulação, uma situação não confortável para os grandes fundos de
investimentos mundiais.
Atualmente
existem 3 grandes casas de rating que servem de referência para avaliação de
risco: Standart&Pools, Moody´s e Fitch.
A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.
No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.
A consolidação do risco depende da confirmação de pelo menos 2 dessas casas. Em resumo, o peso da avaliação dessas agências define, ou pode definir, a direção dos investimentos no mundo.
No caso do Brasil essa classificação de risco deve se configurar na fuga de capitais estrangeiros principalmente de grandes fundos de investimentos e pensões, aumento do custo de financiamento em termos gerias no país, bem como o aumento do risco país - EMBI.
A
grande consequência desta classificação a primeira vista e teoricamente é a
disparada do dólar, queda de preços dos principais ativos na BM&FBOVESPA e
por regra a forte queda do índice IBOV, na integra o dia 10/09 foi de forte
tensão no começo do pregão, principalmente antes da abertura.
Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.
Contudo o BACEN injetou em torno de 100K na venda do dólar segurando a cotação, amenizando um pouco a variação. Houve uma forte queda do IBOV no início do pregão que também foi amenizada nas horas seguintes, fruto da expectativa dos investidores frente ao discurso do presidente do BACEN Joaquim Levy que, no meio da tarde, não deixou nada claro a respeito das medidas a serem tomadas a respeito do rating. O que foi importante entender nessa última semana é que o mercado especulativo não obteve a reação negativíssima que se esperava com o corte do grau de investimento.
Cabe
entender que os principais Estados produtivos do Brasil já estão tendo suas
notas de rating rebaixados bem como os grandes bancos como Banco do Brasil,
CEF, ITAU etc…. Em um país de grande diversidade, o custo de financiamento está com grande probabilidade de aumentar, espantando investidores de todo mundo. A tendência
é que a Valuation das empresas brasileiras
tendam a mostrar inviabilidade de insvestidoras estrangeiras frente a empresas
que estão em países que detém o almejado grau de investimento, principalmente
pelo confronto da taxa livre de risco versus custo de financiamento e o aumento
do fator especulativo dessas empresas visto o possível aumento do risco país,
fato quase certo.
Segue abaixo
algumas das notícias que selecionei sobre o tema:
Em breve trarei uma análise dos efeitos do rebaixamento nos títulos públicos.
Marcadores:
Capital de terceiros,
Custo do capital,
Dificuldades financeiras,
Fundos de investimentos,
Precificação de Ativos,
Prêmio pelo risco,
Risco e Retorno
domingo, 5 de abril de 2015
Taxa Livre de Risco e Prêmio pelo Risco
Hoje daremos início às aulas de fato sobre valuation. Até agora nós vimos uma revisão de matemática financeira e uma
revisão de modelos teóricos de avaliação pelo fluxo de caixa descontado.
Vamos à prática!
Lá no Contabilidade & Métodos Quantitativos (meu outro blog) vocês poderão encontrar um marcador sobre Taxa Livre de Risco (Rf) e Prêmio pelo Risco (PRM). Dêem uma verificada.
Aqui no Finanças Aplicadas Brasil nós já temos também um marcador sobre esse tema: Rf e PRM.
Seguem os slides:
Lá no Contabilidade & Métodos Quantitativos (meu outro blog) vocês poderão encontrar um marcador sobre Taxa Livre de Risco (Rf) e Prêmio pelo Risco (PRM). Dêem uma verificada.
Aqui no Finanças Aplicadas Brasil nós já temos também um marcador sobre esse tema: Rf e PRM.
Seguem os slides:
sexta-feira, 27 de março de 2015
[ENTREVISTA] Os impactos gerais da convergência de padrões contábeis internacionais
Entrevista muito esclarecedora do Professor Edilson Paulo, sobre normas internacionais de contabilidade (clique aqui).
Uma das partes mais importantes, na minha opinião, é quando ele fala da questão do julgamento e da formação do contador como AVALIADOR DE NEGÓCIOS. Nós, contadores, somos AVALIADORES DE NEGÓCIOS, não somos guarda-livros. Ele fala sobre isso no vídeo 2, a partir de 3 minutos e 10 segundos.
Felizmente, no curso de ciências contábeis e de ciências atuariais da UFPB nós temos disciplinas que abrem a mente dos alunos para esse tema. Uma delas é ministrada por mim, anualmente nos semestres ímpares (e é a disciplina que eu mais gosto): fundamentos da análise de investimentos e finanças II.
Contadores, sejam avaliadores, não vivam no passado!
Uma das partes mais importantes, na minha opinião, é quando ele fala da questão do julgamento e da formação do contador como AVALIADOR DE NEGÓCIOS. Nós, contadores, somos AVALIADORES DE NEGÓCIOS, não somos guarda-livros. Ele fala sobre isso no vídeo 2, a partir de 3 minutos e 10 segundos.
Felizmente, no curso de ciências contábeis e de ciências atuariais da UFPB nós temos disciplinas que abrem a mente dos alunos para esse tema. Uma delas é ministrada por mim, anualmente nos semestres ímpares (e é a disciplina que eu mais gosto): fundamentos da análise de investimentos e finanças II.
Contadores, sejam avaliadores, não vivam no passado!
Marcadores:
Análise de Investimentos,
Capital de terceiros,
Custo do capital,
Finanças II,
Prêmio,
Prêmio pelo risco,
Risco e Retorno,
Valuation
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
Material para a aula de amanhã
Os materiais para aula sobre precificação de ativos (nas próximas aulas estudaremos o modelo CAPM padrão) poderão ser acessados aqui. Além dos slides, eu disponibilizei algumas planilhas.
Até amanha!
Até amanha!
| Fonte: http://quarterview.com/?p=989 |
sexta-feira, 31 de outubro de 2014
segunda-feira, 23 de junho de 2014
Prêmio pelo risco de mercado em 88 países (inclusive no Brasil)
No primeiro semestre de todos anos (desde 2010) o Professor Pablo
Fernandez da Universidade de Navarra (Espanha) envia um email aos
cadastrados na SSRN (eu recebo por lá, talvez ele também use outras
bases) questionando sobre a utilização do prêmio pelo risco em nosso
país. Após esse levantamento, ele faz a divulgação dos resultados na
SSRN.
Os interessados em acessar os resultados podem baixá-los por meio desse link.
Os interessados em acessar os resultados podem baixá-los por meio desse link.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Estimando os parâmetros do risco e do custo do financiamento
O material da aula de hoje, que dá título a essa postagem, já está disponível para download.
Nós utilizamos também os seguintes links:
Bovespa;
Exemplo para cálculo do valor de mercado da dívida; e
Artigo sobre itens off balance-sheet (itens fora do balanço).
Nós utilizamos também os seguintes links:
Bovespa;
Exemplo para cálculo do valor de mercado da dívida; e
Artigo sobre itens off balance-sheet (itens fora do balanço).
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Taxa Livre de Risco e Prêmio pelo Risco
Hoje daremos início às aulas de fato sobre valuation em Finanças II. Até agora nós vimos uma revisão de matemática financeira e uma revisão de modelos teóricos de avaliação pelo fluxo de caixa descontado. Vamos à prática!
Como esse blog é novo, ainda não tenho muita coisa postada, então sempre que possível farei alusão ao meu outro blog, que mantenho com colegas da minha turma de mestrado e doutorado.
Lá no Contabilidade & Métodos Quantitativos vocês poderão encontrar um marcador sobre Taxa Livre de Risco e Prêmio pelo Risco. Dêem uma verificada.
Como esse blog é novo, ainda não tenho muita coisa postada, então sempre que possível farei alusão ao meu outro blog, que mantenho com colegas da minha turma de mestrado e doutorado.
Lá no Contabilidade & Métodos Quantitativos vocês poderão encontrar um marcador sobre Taxa Livre de Risco e Prêmio pelo Risco. Dêem uma verificada.
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