segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Boletim Focus

O IPCA estava em uma mediana de 6,33% há quatro semanas, porém, nessa última semana o índice subiu pra 6,37, segurando esse percentual até o dia de hoje. A expectativa do top5 esteve para uma média de 6,26% a um mês e espera-se um índice de 6,45% para hoje. Enquanto isso, o crescimento no PIB (Produto Interno Bruto), torna-se cada vez menor. Há quatro semanas o PIB estava crescendo a 0,29% e no último Boletim Focus divulgado, o percentual cai para 0,27% para o dia de hoje, dessa forma verifica-se uma queda de aproximadamente 0,02% em relação ao mês anterior.

Acesso ao Relatório Completo.



         

sábado, 25 de outubro de 2014

Os maiores dividendos do mercado

Depois de falar sobre os benefícios dos Títulos Públicos e os Bonds( títulos de dívidas no mercado estrangeiro) chegamos a possibilidade de investir no ativo da empresa e obter uma rentabilidade, ou seja, adquirir ações preferenciais. Atualmente há uma tendência no mercado de bolsa de valores brasileiros, a BM&FBOVESPA, a integração de um único tipo de ação com efeitos de ordinária e preferenciais. Contudo isto ainda é uma opção de governança corporativa para empresas já listadas em bolsa bem como para novas empresas.

 Para ser credenciada como uma ação preferencial a empresa emissora da ação devera distribuir pelo menos 25% do lucro das ações free float. 

  Esta semana o site Infomoney divulgou os principais distribuidores de dividendos do mercado de bolsa brasileiro, liderado pelo Banco Santander, segue a lista abaixo:





O erro da metodologia utilizada nas pesquisas eleitorais realizadas no Brasil

      A credibilidade das pesquisas eleitorais realizadas no Brasil está em baixa. Quase não-se verificou acertos condizentes com a realidade nas pesquisas realizadas até o primeiro turno das eleições de 2014.  Este fato leva o eleitor a refletir sobre a seguinte indagação: As pesquisas eleitorais no Brasil são elaboradas de maneira correta?  


            Segundo Bruno Paes Manso do Blog Estadão, o problema está na margem de erro, e no intervalo de confiança divulgada pelos meios de comunicação, desta forma são divulgadas margens de erro de 2% para mais ou para menos e intervalos de confiança que afirmam que para cada 100 pesquisas realizadas 95% estarão próximas a realidade. Dessa forma contra os fatos não existem argumentos, em todo o território nacional os votos acabaram por ficar fora das margem de erro divulgadas pelos institutos na véspera da eleição presidencial do primeiro turno, Aécio Neves do PSDB estava com 26% segundo Datafolha e 27% segundo o Ibope, no entanto o candidato obteve 35,5% dos votos válidos.        
            Assim nota-se uma grande diferença entre o que as pesquisas afirmaram e o que se verificou nas urnas. Ficando claro que existe algo de errado com a forma que estas pesquisas eleitorais estão sendo elaboradas, as pesquisa realizadas no Brasil seguem a metodologia de cotas onde o entrevistador procura por entrevistados, em por exemplo uma rua, com bastante fluxo de pessoas, alguns trabalhos voltados para este assunto afirmam que esta margem de erro só poderia ser divulgada da forma que é se fosse usado um outro método diferente do que esta sendo utilizado atualmente, o método aleatório onde o pesquisador seleciona aleatoriamente como o nome já diz, municípios, ruas e domicílios, sendo que apenas uma pessoa de cada domicilio é entrevistada, logo este tipo de pesquisa custa um pouco mais caro por conta dos deslocamentos até os locais onde os indivíduos serão entrevistados, no entanto somente com este método é que poderiam ser  divulgadas as margens de erro para mais ou para menos.
            É importante que as pesquisas eleitorais sejam realizadas da melhor forma possível, pois como é sabido existem os eleitores indecisos e estes acabam por escolher em quem votar com base nas informações prestadas pelas pesquisas eleitorais, outro ponto importante, é que as pesquisas eleitorais acabam por ditar o ritmo da bolsa de valores do país, fazendo com que a Bovespa oscile de acordo com as intenções de voto, e além disso os eleitores merecem consumir as melhores informações acerca de quem poderá vir a assumir a Máquina Pública.



Fonte: http://blogs.estadao.com.br
http://zh.clicrbs.com.br/rs

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A bolsa como caminho para pequenas empresas

Empresas que visam crescer  e expandir, para reproduzir o seu negócio no futuro, poderiam ver uma boa oportunidade na abertura de seu capital, realizando uma oferta publica inicial de ações(IPO), mas isso é um caso raro no Brasil, onde os empreendedores não exergam "ainda" essa possibilidade.

Com a intenção de alcançar esse segmento de mercado, que vê a bolsa apenas como lugar para empresas gigantes, a BM&FBovespa liderou um grupo em 2012, que viajou por 7 países como Canadá, Austrália e China, para conhecer quais características desses mercados poderiam servir ao Brasil. As propostas válidas para tornar a abertura de capital mais próximas  das empresas menores, são restritas para empresas com valor de mercado menor do que 700 milhões de reais, com benefício tanto para o interessado em abrir o capital de sua empresa, quanto para os investidores. Para as empresas, houve redução de custo e simplificação do processo de oferta pública de ações e da manutenção da companhia aberta, e para os investidores, isenção de Imposto de Renda sobre ganho de capital vindo de empresas menores.
Mas para o negócio dar certo no Brasil e pegar engate, os empreendedores precisam mudar a mentalidade em achar que pode resolver tudo, o jogo de estratégia começa, e ele precisará de uma boa equipe para ganhar o jogo.  

Fonte:http://exame.abril.com.br/pme/noticias/por-que-a-bolsa-pode-ser-um-caminho-para-pequenas-empresas

Coisas que o Mercado Fala [PARTE III]

Para finalizar, segue o último vídeo sobre "coisas que o mercado fala". Vocês deverão me enviar por email até o dia 28/10.

Clique aqui.

Espero que tenham se divertido muito com o vídeo e com o aprendizado!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A queda do petróleo pode ajudar a balança comercial do país a fechar com superávit

Analistas acreditam que o recuo na cotação do barril de petróleo do tipo brent (petróleo cru), no mês de outubro, de 9,2%, venha a proporcionar um pequeno superávit neste ano na balança comercial. Os analistas do setor esperam um aumento no déficit da balança de petróleo e derivados, devido a quantidade exportada de óleo cru em relação a combustíveis e subprodutos do petróleo importados para o Brasil.

As estimativas dos analistas é de que os contratos de venda de petróleo realizados pela Petrobras não passem pelo mercado "spot" (a transação é decorrente da entrega da mercadoria, mediante o pagamento à vista), também conhecido como o mercado à vista, apresentando graus de elasticidade, mais sensível à variação de preços.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o Brasil registrou retração de 1,7% nos embarques totais, então até o final do último mês de 2014, a commodity deverá ser embarcada em maior volume, para compensar as três plataformas exportadas pela Petrobras, que adicionaram US$ 4,9 bilhões às exportações totais.
Os principais produtos exportados pela economia brasileira, são: petróleo, soja e minério. Como os contratos de minério de ferro a ser embarcado já foram assinados e quase toda a soja já foi exportada. Logo, o produto para definir o resultado do ano, será o petróleo, com previsão para estar nas estatísticas do comércio exterior até dezembro, a um preço barato, se conseguir o nível de exportação esperado, o Brasil apresentará um superávit.   

Fonte: Valor

Lucro das empresas deve cair no 3T14 [ATIVIDADE]

Foi noticiado hoje no Valor que o lucro das empresas brasileiras deverá cair, em média, 10% no 3º trimestre de 2014.


Isso ocorrerá, possivelmente, pelo cenário político conturbado que vivemos, fazendo com que o dólar chegasse, na data do fechamento dos balanços, a R$ 2,45.

http://1.bp.blogspot.com
"Estimativas do BTG Pactual indicam que a receita líquida do terceiro trimestre de 121 empresas analisadas cresceu 6,2% em relação ao trimestre anterior. O lucro líquido no período, porém, deve cair quase 10% e o Ebitda ficará estável."

(...)

"A influência positiva do câmbio nas receitas das exportadoras não será contabilizada totalmente agora. Isso porque o dólar médio do período não teve uma alta tão acentuada quanto o do fim do trimestre. Assim, as maiores produtoras mundiais de celulose branqueada de eucalipto, Fibria e Suzano, por exemplo, podem ter efeitos negativos no balanço. No segundo trimestre, a Fibria tinha 95% da dívida bruta total denominada em dólar e a Suzano, 54%.
 "Empresas de alimentos, como BRF, JBS, Minerva e Marfrig, também expostas ao dólar, devem registrar o impacto negativo do câmbio na dívida. A Vale será duplamente prejudicada. Além de ter grande parte da dívida em dólar, a mineradora é muito dependente da cotação do minério de ferro, que caiu bastante nos últimos meses."

Vocês devem fazer por escrito e me enviar por email na sexta-feira, dia 24/10. Não é por grupos, mas sim individual.

Questões:

1) Quem são as empresas mais afetadas com o aumento do dólar? De forma positiva ou negativa? E por quê?

2) Se você tivesse dívida em dólar, o que poderia fazer para se proteger?

3) Além da variação cambial que afetou as empresas, houve também uma queda no preço do minério de ferro, conforme o seguinte trecho da notícia:
A mineradora Vale será duplamente prejudicada no terceiro trimestre. Além de ter grande parte da dívida denominada em dólar, a empresa está altamente exposta à cotação do minério de ferro, que caiu muito nos últimos meses. Na comparação com o período de julho a setembro do ano passado, a desvalorização é de 32%, passando de US$ 133 a US$ 91 por tonelada, considerando o preço médio do minério com teor de 62% de ferro.
"O preço do minério de ferro no período foi bem menor e isso, com certeza, vai afetar o desempenho da Vale, mesmo que tenha aumento no volume [comercializado]. O que pode acontecer é a empresa apresentar alguma surpresa como melhora de eficiência com corte de custos", avalia Kim, da XP Investimentos.
Com base nisso e no que vimos recentemente nas últimas aulas, responda: o que a gestão da Vale poderia ter feito para proteger suas receitas da desvalorização do minério?

Outra notícia sobre o tema, para os mais interessados, sobre a Fibria.