segunda-feira, 28 de abril de 2014

Exercício - Avaliação de obrigações


Na aula de hoje (28/04), nós estudamos a aplicação de ferramentas de matemática financeira na avaliação de títulos da dívida (obrigações).

Esses dois exercícios são básicos (para a fixação do conhecimento) e deverão ser entregues na nossa próxima aula.

1. Um título tem um cupom de 8% pago semestralmente. O valor de face é $ 1.000 e o vencimento ocorre em 6 anos. Se o título é vendido atualmente por $ 911,37, qual será seu retorno até o vencimento?


2. Você comprou um título de 20 anos com cupom de 7% em sua primeira emissão. Se as taxas de juros subirem para 12%, o que acontece com o valor desse título, por quê?
 

Sites úteis sobre o tema da aula do dia 28/04/2014:
•Anbima: http://portal.anbima.com.br/Pages/home.aspx
•Debêntures: http://www.debentures.com.br/

sábado, 26 de abril de 2014

Lista de artigos que serão apresentados em sala

Conforme combinado na última aula, seguem os links para download dos artigos que vocês apresentarão (alunos de Fundamentos da Análise de Investimentos).

Esses artigos são todos dos eventos da nossa área que ocorreram no ano passado.

Os alunos que ainda estão sem grupo, porque faltaram a aula de ontem, poderão escolher seus artigos na próxima aula.


15. AINFLUÊNCIA DO ÍNDICE BOOK-TO-MARKET E DO ROE NA EXPLICAÇÃO DOS RETORNOS DASAÇÕES BRASILEIRAS

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Desafio 1 (Finanças II, 2014.1) - Revisão sobre o Valor do Dinheiro no Tempo

Na aula de hoje nós vimos uma revisão geral sobre o valor do dinheiro no tempo, a exemplo de: perpetuidades, anuidades, perpetuidade em crescimento etc.

Fonte: varsguide.com

As questões que posto aqui são no mesmo nível de dificuldade das que fizemos em sala (de fácil a médio) e têm objetivo de fazer com que vocês tentem praticar sozinhos.

Podem postar as dúvidas aqui nos comentários que assim que eu verificar o novo comentário responderei. Porém não darei a resposta. Darei apenas dicas. Os alunos devem me entregar as respostas na aula da segunda-feira, dia 28/04/2014.

1) A turma de Ciências Atuariais da UFPB (primeiro período) está planejando sua festa de formatura. Cada aluno precisa ter R$ 2.500,00 ao término de 4 anos. Supondo que a poupança rende 0,6% ao mês, quanto cada um terá para contribuir mensalmente com a festa, considerando que todos pagaram mensalmente, sem atrasos?

2) Considere agora que cada aluno possa fazer aplicações mensais (considere que os custos de transação são irrelevantes nesse caso - na prática temos que considerar) no Tesouro Direto, com um título que gera um retorno de 12,59% ao ano. Quanto cada aluno terá que contribuir mensalmente para ter os mesmos R$ 2.500 da questão anterior, no mesmo período de tempo?











Olho do tigre em alta frequência

 
  Um bom trader sabe que tudo que vemos agora já aconteceu a 1 segundo atrás e não importa o que façamos, isso é o delay do nosso cérebro. Parece pouco, mas muita coisa pode acontecer e muitas oportunidades podem ser perdidas em 1 segundo e, portanto, chegar 1 segundo atrasado pode custar caro no mercado financeiro. Para se conseguir executar uma operação no book de oferta deve-se ter agilidade para pegar o melhor preço e a melhor posição na fila de compra ou venda, 1 segundo faz toda a diferença. 

   Para suprir o delay de nossas mentes, alguns traders criam algoritmos que programam suas operações em milésimos de segundos, as chamadas operações de alta frequência, evitando que a operação seja perdida por má colocação e custos desnecessários de operações. Muitos players estudam e execultam seus setup's de algoritmos ganhando posições em frações de segundos continuamente em diversos mercados. É basicamente criar uma lei de risco para sua carteira e a partir de então programá-la via acionamentos de start's e stop's sucessivos. O filme "Quants - Os alquimistas de Wall Street" explica melhor como a programação é usada no mercado financeiro.


Contudo, apesar de não existir a regulamentação devida para esse tipo de prática, instituições operadora do mercado vem atuando contra esse tipo de prática.

As grandes casas de operações estão criando mecanismos de bloqueio contra os operadores de alta frequência, esse bloqueio varia entre algumas frações de segundos de forma aleatória abrindo espaço para outros tipos de operadores e operações.  

    O Valor Econômico mostra que esse tipo de operação é mais vista e vem sendo mais praticada no mercado de contratos de câmbio visto o alto volume e giro financeiro diário.
   Confira na integra o preço da alta tecnologia nos mercados financeiros aqui.

  

    

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Mais uma resseguradora

    De um barzinho de encontro para comerciantes a principal referência no mercado de seguros e Resseguros, a Lloyd's traz ao Brasil a Hiscox, especializada no mercado de seguro e resseguro sob demanda tornando-se a 10ª empresa no país a operar com esse tipo de serviço.

     A Lloyd's atualmente funciona como administradora dos sindicatos de seguro e resseguros de Londres, mas não perdeu sua tradicionalíssima operação de comercialização sob medida, a exemplo do antigo pregão de bolsa de valores a comercialização e a formatação do contrato de seguro e resseguro são comercializados em pregão viva voz entre os agentes. Nesse sentindo a Lloyd's pretende difundir essa prática também no mercado de países emergentes. O Brasil representa 40% do mercado do continente e esse mercado será um dos objetivos da Lloyd's na tentativa de aumentar a capilaridade desse tipo de negociação.

      Há expectativa de mais 2 outras empresas resseguradoras chegarem no Brasil ainda esse ano, acredito que o fato de empresas resseguradoras colocarem o Brasil no radar prediz o quanto há de capacidade ociosa no mercado e também confirma o sólido crescimento do números de contratos e/ou apólices de seguros de resseguros confrontados com a suave variação da probabilidade de sinistros no de tempo - vide distribuição poisson - o que remete a uma sinistralidade decrescente da carteira, fator de atratividade para esse tipo de empresa.

     A reportagem do valor econômico destaca como a Lloyd's esta se programando para executar essa fomentação e mostra como o mercado de resseguro deve atingir seus objetivos e quais são seus principais driver´s.

 Acesse aqui a reportagem na integra.

terça-feira, 8 de abril de 2014

Bonificação de ações

Hoje recebi um email do aluno Oscar (ex-Finanças I e agora em Finanças II) questionando o seguinte:
"Professor recebi essa mensagem hoje da folha invest falando assim: Creditamos 50 ações da empresa CIEL3 de sua carteira em função de Bonificação. Queria que o senhor me explicasse o que essa mensagem quis dizer."
Essa mensagem quis dizer que você GANHOU 50 novas ações da Cielo (CIEL3). Você tinha 50 e agora tem 100. 

Como eu sei disso?

Fui verificar no site de Relações com Investidores (RI) da Cielo para saber o que ocasionou essa bonificação e quais foram as "regras". Vocês podem verificar isso no manual dos acionistas, já que tem que ser aprovado pelos acionistas. As regras para divulgação de tais informações podem ser encontradas na Instrução CVM 481/2009.

Lá no manual eles dizem a partir de que dia e qual é a proporção que você receberá de bonificações em determinada data. No caso da Cielo foi 1 nova ação para cada ação que você tinha, com base na posição que você mantém no dia 31/03/2014 (após isso a ação fica ex-bonificação, ou seja, você não terá mais direito a receber a bonificação após esse dia).

Eles devem informar também qual foi o motivo do aumento do capital que gerou essa bonificação: capitalização de reservas. Isso quer dizer que a Cielo tinha algumas reservas (de Capital), convertendo-as em Capital Social, o que implica em maior número de ações. Mas como não houve aporte de capital, as ações são distribuídas entre as pessoas que já tinham ações, proporcionalmente e o valor de mercado da empresa não, teoricamente, por este motivo específico.

Vocês podem ver um pouco mais sobre capitalização de lucros e reservas na Lei 6.404/1976:
Art. 169. O aumento mediante capitalização de lucros ou de reservas importará alteração do valor nominal das ações ou distribuições das ações novas, correspondentes ao aumento, entre acionistas, na proporção do número de ações que possuírem.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

1º Congresso Previdenciário da ASPREVPB

   Nos dias 26, 27 e 28 de Maio a Associação Brasileira de Instituições de Previdências Estaduais e Municipais- ABIPEM realizará mais um seminário de previdência social que cominará com o primeiro congresso previdenciário da Associação Paraíbana dos Regimes Próprios de Previdência Social - ASPREVPB (criada em 2013) aqui em João pessoa - PB. Será uma oportunidade de entender quais são os principais gargalos da previdência pública relativo principalmente aos Regimes Próprios de Previdência Social - RPPS bem como entender como a gestão municipal e/ou estadual observa esse comportamento sob uma ótica financeiro-atuarial. Mais informações acesse o ABIPEM.