sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Vagas monitoria em Administração Financeira

Prezados alunos, os interessados em se candidatar a uma vaga de monitor da disciplina de administração financeira, devem se inscrever, por email admfinanceiraufpb@gmail.com – inscrição validada quando eu responder ao email) até às 15h:00 do dia 11/02/2016. No email o aluno deverá informar seu nome, matrícula, nome do curso, semestre e turno que está cursando. Anexem também o histórico e o horário das disciplinas nas quais está matriculado.

Mesmo sem bolsa, é importante para o aluno participar de programas de monitoria, de modo a desenvolver várias habilidades, como argumentação, perder o medo de falar em público, aumentar o conhecimento sobre a utilização de meios de comunicação virtual, elaboração de vídeos, conhecimentos de finanças que serão aprofundados e atualizados etc. Tudo isso será útil na sua vida profissional, além de poder ser um diferencial em seu currículo para vagas de emprego ou programas de pós graduação.

Recomendo que leiam o Projeto de Monitoria em Finanças Quantitativas, especialmente: justificativa e diagnóstico, objetivos, metodologia, resultados esperados, produtos que resultam da execução do projeto, processo seletivo, além de verificar a parte específica da disciplina na qual você está se candidatando.


No dia da seleção, o aluno deverá levar o seu histórico escolar para comprovar os requisitos da Resolução CONSEPE 02/96.
  

Local: prédio do ambiente dos Professores. Sala 17.

Horário: das 10h00 às 22h00 (os alunos serão informados individualmente por email qual será seu horário exato).

Vagas: Administração Financeira (1 bolsista e 1 voluntário)

Sobre a data, algumas pessoas podem ser indicadas para realizar a seleção no dia 12/02. Haverá a confirmação por email.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Novas informações para à inscrição no processo seletivo de monitoria

ATUALIZANDO: alguns alunos estão com dificuldades para se inscrever pelo SIGAA. Recomendo que procurem a Coordenação de Estágio e Monitoria e façam a inscrição por email também, para garantir (as de finanças e análise de investimentos o email é luizfelipe@ccsa.ufpb.br, a de Administração Financeira é admfinanceiraufpb@gmail.com).

As vagas disponíveis no Projeto de Finanças Quantitativas estão disponibilizadas abaixo (atualizando 2: informações sobre a monitoria em Administração Financeira):



Anteriormente, eu tinha informado que a inscrição deveria ser realizada por email, todavia recebi um email ontem da Coordenação de Estágio e Monitoria da UFPB solicitando a utilização do nosso novo sistema.

Peço aos que candidatos que já se inscreveram por email que façam agora por meio do sistema, conforme informações abaixo (fornecidas pela CEM):

Seleção de monitor para Fundamentos da Análise de Investimentos (2015.2 e 2016.1)

Prezados alunos, os interessados em se candidatar a uma vaga de monitor para a disciplina e Fundamentos da Análise de Investimentos (em Contabilidade, orientado pelo Professor Dr. Carlos Pedrosa, uma vaga para bolsista e outra para voluntário), devem se inscrever, por email comigo, que estou coordenando o Projeto de Monitoria em ?Finanças Quantitativas (luizfelipe@ccsa.ufpb.br - inscrição validada apenas quando eu responder ao email) até a meia noite do dia 07/02/2016. No email o aluno deverá informar seu nome, matrícula, nome do curso, semestre e turno que está cursando, além de informar a quais vagas está concorrendo e que não tem bolsa ou vínculo empregatício. Anexem também o histórico e o horário das disciplinas nas quais está matriculado.

É importante para o aluno participar de programas de monitoria, de modo a desenvolver várias habilidades, como argumentação, perder o medo de falar em público, aumentar o conhecimento sobre a utilização de meios de comunicação virtual, elaboração de vídeos, conhecimentos de finanças que serão aprofundados e atualizados etc. Tudo isso será útil na sua vida profissional, além de poder ser um diferencial em seu currículo para vagas de emprego ou programas de pós graduação.

A seleção será realizada nos dias 11 e 12 de fevereiro. O dia, local e horário de cada candidato será divulgado após o término do período de inscrições.

Recomendo que leiam o Projeto de Monitoria em Finanças Quantitativas, especialmente: justificativa e diagnóstico, objetivos, metodologia, resultados esperados, produtos que resultam da execução do projeto, processo seletivo, além de verificar a parte específica da disciplina na qual você está se candidatando.


No dia da seleção, o aluno deverá levar o seu histórico escolar para comprovar os requisitos da Resolução CONSEPE 02/96:

Art. 5º - Divulgados os resultados do processo de seleção dos Projetos de Ensino, serão abertas as inscrições para seleção de alunos dos cursos de graduação da UFPB, candidatos às bolsas respectivamente recomendadas, obedecidos os seguintes critérios:
§ 1º - Somente poderão inscrever-se ao processo de seleção os alunos que já tenham integralizado a disciplina objeto da seleção ou outra cujo conteúdo programático seja equivalente ao dela, com, no mínimo, média 7,0 (sete), em ambos os casos, comprovando-a por meio do Histórico Escolar.
§ 2º - A condição de reprovado na disciplina objeto da Monitoria, ou em qualquer outra que lhe seja pré-requisito, constitui impedimento para a inscrição ao processo seletivo.
§ 3º - A classificação dos candidatos, até o limite do número de bolsas recomendadas para cada Projeto de Ensino, será realizada de acordo com a ordem decrescente da média ponderada (M) entre a nota obtida na(s) prova(s) de seleção (N1), a nota obtida na disciplina (N2) e o Coeficiente de Rendimento Escolar (C), com pesos 3, 2 e 1 respectivamente, calculada conforme a seguinte expressão:
M = (3N1+2N2+C) / 6
§ 4º - Fica a critério do Departamento ao qual se vincula a disciplina objeto da seleção a escolha do(s) tipo(s) de prova(s) de seleção a que deve se submeter o candidato.
§ 5º - Eliminar-se-á o candidato que não obtiver nota N1 igual ou superior a 7,0 (sete) na(s) prova(s) de seleção mencionada(s) no parágrafo anterior.
§ 6º - Em caso de empate, classificar-se-á o candidato que obtiver a maior nota na(s) prova(s) de seleção. Persistindo o empate, será classificado o candidato que tenha obtido a maior nota na disciplina.

Aula introdutória de Finanças I


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Materiais da primeira aula de Finanças III - Textos sobre estudos de casos

Na primeira aula de Finanças III, nós discutiremos alguns textos com o objetivo de despertar a atenção de vocês para alguns pontos importantes na sua futura atuação profissional: como encontrar os problemas?

Isso servirá de aquecimento para os nossos estudos de caso. Como é a primeira aula e até poucos dias eu não sabia qual era a minha turma de Finanças III, resolvi não enviar para que vocês lessem em casa. Vocês lerão os textos na aula, porém levem-o impressos ou em seus computadores, celulares, tablets etc.

Funcionará da seguinte forma: supondo que serão 6 alunos na turma (os matriculados até agora), serão 3 grupos de 2 alunos. Cada dupla ficará com um texto para ler e discutir entre a dupla. Após o tempo de leitura, cada dupla fará o que se segue abaixo:

a) Um aluno será escolhido (aleatoriamente, então leiam o texto na aula com atenção) para iniciar um debate (falando de forma geral sobre o tema e levantando algumas questões para discussão) de até 15 minutos sobre cada um dos temas da aula (são 3 temas, então serão 3 escolhidos); e

b) Após a explanação do "escolhido", os demais alunos serão "incentivados" pelo Professor a participar da discussão. Leiam de maneira crítica!



Temas:

1. O "Método de estudos de caso de Harvard".


Isso servirá para despertar a curiosidade e motivação a buscar os problemas. A implicação disso é que vocês serão beneficiados por essa discussão no momento em que estiverem resolvendo seus estudos de caso.

Os alunos deverão ler a seção 2 deste artigo.


3. "Qual é o Problema?". Texto do ex-Professor e contador Kanitz. Abaixo:


Um dos maiores choques de minha vida foi na noite anterior ao meu primeiro dia de pós-graduação em administração. Havia sido um dos quatro brasileiros escolhidos naquele ano, e todos nós acreditávamos, ingenuamente, que o difícil fora ter entrado em Harvard, e que o mestrado em si seria sopa. Ledo engano.

Tínhamos de resolver naquela noite três estudos de caso de oitenta páginas cada um. O estudo de caso era uma novidade para mim. Lá não há aulas de inauguração, na qual o professor diz quem ele é e o que ensinará durante o ano, matando assim o primeiro dia de aula. Essas informações podem ser dadas antes. Aliás, a carta em que me avisaram que fora aceito como aluno veio acompanhada de dois livros para ser lidos antes do início das aulas.

O primeiro caso a ser resolvido naquela noite era de marketing, em que a empresa gastava boas somas em propaganda, mas as vendas caíam ano após ano. Havia comentários detalhados de cada diretor da companhia, um culpando o outro, e o caso terminava com uma análise do presidente sobre a situação.

O caso terminava ali, e ponto final. Foi quando percebi que estava faltando algo. Algo que nunca tinha me ocorrido nos dezoito anos de estudos no Brasil. Não havia nenhuma pergunta do professor a responder. O que nós teríamos de fazer com aquele amontoado de palavras? Eu, como meus outros colegas brasileiros, esperava perguntas do tipo "Deve o presidente mudar de agência de propaganda ou demitir seu diretor de marketing?". Afinal, estávamos todos acostumados com testes de vestibular e perguntas do tipo "Quem descobriu o Brasil?".

Harvard queria justamente o contrário. Queria que nós descobríssemos as perguntas que precisam ser respondidas ao longo da vida.

Uma reviravolta e tanto. Eu estava acostumado a professores que insistiam em que decorássemos as perguntas que provavelmente iriam cair no vestibular.

Adorei esse novo método de ensino, e quando voltei para dar aulas na Universidade de São Paulo, trinta anos atrás, acabei implantando o método de estudo de casos em minhas aulas. Para minha surpresa, a reação da classe foi a pior possível.

"Professor, qual é a pergunta?", perguntavam-me. E, quando eu respondia que essa era justamente a primeira pergunta a que teriam de responder, a revolta era geral: "Como vamos resolver uma questão que não foi sequer formulada?".

Temos um ensino no Brasil voltado para perguntas prontas e definidas, por uma razão muito simples: é mais fácil para o aluno e também para o professor. O professor é visto como um sábio, um intelectual, alguém que tem solução para tudo. E os alunos, por comodismo, querem ter as perguntas feitas, como no vestibular.

Nossos alunos estão sendo levados a uma falsa consciência, o mito de que todas as questões do mundo já foram formuladas e solucionadas. O objetivo das aulas passa a ser apresentá-las, e a obrigação dos alunos é repeti-las na prova final.

Em seu primeiro dia de trabalho você vai descobrir que seu patrão não lhe perguntará quem descobriu o Brasil e não lhe pagará um salário por isso no fim do mês. Nem vai lhe pedir para resolver "4/2 = ?". Em toda a minha vida profissional nunca encontrei um quadrado perfeito, muito menos uma divisão perfeita, os números da vida sempre terminam com longas casas decimais.

Seu patrão vai querer saber de você quais são os problemas que precisam ser resolvidos em sua área. Bons administradores são aqueles que fazem as melhores perguntas, e não os que repetem suas melhores aulas.

Uma famosa professora de filosofia me disse recentemente que não existem mais perguntas a ser feitas, depois de Aristóteles e Platão. Talvez por isso não encontramos solução para os inúmeros problemas brasileiros de hoje. O maior erro que se pode cometer na vida é procurar soluções certas para os problemas errados.

Em minha experiência e na da maioria das pessoas que trabalham no dia-a-dia, uma vez definido qual é o verdadeiro problema, o que não é fácil, a solução não demora muito a ser encontrada.

Se você pretende ser útil na vida, aprenda a fazer boas perguntas mais do que sair arrogantemente ditando respostas. Se você ainda é um estudante, lembre-se de que não são as respostas que são importantes na vida, são as perguntas.


4. "Volta às aulas". Texto do ex-Professor e contador Kanitz. Abaixo:


Jamais esquecerei o meu primeiro dia de aula na Harvard Business School. No dia anterior recebemos 90 páginas descrevendo três problemas administrativos que haviam ocorrido anos atrás em empresas verdadeiras. Tínhamos 24 horas para tomar uma série de decisões, utilizando as mesmas informações disponíveis da diretoria da época. Era um problema por matéria, 3 matérias por dia.

O primeiro caso do dia tratava-se de uma empresa controlada por dois irmãos, bem sucedida por trinta anos, até o dia em que um deles se desquitou e casou com uma moça vinte anos mais jovem. Esse pequeno fato desencadeou uma série de problemas que afetava o desempenho da empresa. Nós éramos os consultores que teriam de sugerir uma saída.

No primeiro dia, na primeira aula, o professor entrou na sala e simplesmente disse:
- Sr. Kanitz, qual é a sua recomendação para esse caso?

- Por que eu?

As aulas a que eu estava acostumado em toda a minha vida de estudante consistiam num bando de alunos ouvindo pacientemente um professor que dominava as nossas atenções pelo resto do dia. Simplesmente, naquele fatídico dia, eu não estava preparado quando todos viraram suas atenções para mim - e, pelo jeito, eu é que teria de dar a aula.

Esse sistema é conhecido por ensino centrado no aluno e não no professor. Tanto é que, minha grande frustração foi ter os melhores professores de administração do mundo, mas que ficavam na maioria das aulas, simplesmente calados. Curiosamente, falar em aula era uma obrigação, e não o que em geral acontece em muitas escolas secundárias brasileiras, em que essa atitude é passível de punição.

Outra descoberta chocante foi constatar, que a maioria dos famosos livros de administração de nada serviam para resolver aquele caso. Nenhum capítulo de Michael Porter trata especificamente de 'problemas de desquites em empresas familiares', um fato mais comum nas empresas do que se imagina.

A maioria das decisões na vida é de problemas que ninguém teve que enfrentar antes, e sem literatura pré-estabelecida. Estamos sozinhos no mundo com nossos problemas pessoais e empresariais. Quão mais fácil foi a minha vida de estudante no Brasil, quando a obrigação acadêmica era decorar as teorias do passado de Keynes, Adam Smith e Peter Drucker, como se fossem livros de auto-ajuda para os problemas do futuro.

Durante dois anos, estudamos mais de 1.000 casos ou problemas dos mais variados tipos: desde desquites, brigas entre o departamento de marketing e o financeiro, greves, governos incompetentes, fusões, cisões, falências e até crises na Ásia. Isto nos obrigava a observar, destilar as informações relevantes, ignorar as irrelevantes, ponderar as contradições, trabalhar com vinte variáveis ao mesmo tempo, testar alternativas, formar uma decisão e expô-la de forma clara e coerente.

Estavam ensinando por meio de uma metodologia inédita na época (1972), o que poucas escolas e faculdades fazem até hoje: ensinar a pensar.

Em nada adianta ficar ensinando como outros grandes cérebros do passado pensavam. Em nada adianta copiar soluções do passado e achar que elas se aplicam ao presente.

Num mundo cada vez mais mutável, onde as inter-relações nunca são as mesmas, ensinar fatos e teorias será de pouca utilidade para o administrador ou economista de hoje.

Ensinar a pensar também não é tão fácil assim. Não é um curso de lógica, nem uma questão de formar uma visão crítica do mundo achando que isto resolve a questão. Sair criticando o mundo, contestando as teorias do passado forma uma geração de contestadores que nada constrói, que nada sugere.

Minha recomendação ao jovem de hoje é para que se concentre em uma das competências mais importantes para o mundo moderno: aprender a pensar e a tomar decisões.

Seleção de monitor para Finanças Aplicadas I, II e III (2015.2 e 2016.1)

Prezados alunos, os interessados em se candidatar a uma vaga de monitor (com bolsa apenas, infelizmente, para Finanças I), devem se inscrever, por email (luizfelipe@ccsa.ufpb.br - inscrição validada apenas quando eu responder ao email) até a meia noite do dia 05/02/2016. No email o aluno deverá informar seu nome, matrícula, nome do curso, semestre e turno que está cursando, além de informar a quais vagas está concorrendo e que não tem bolsa ou vínculo empregatício. Anexem também o histórico e o horário das disciplinas nas quais está matriculado.

Mesmo sem bolsa, é importante para o aluno participar de programas de monitoria, de modo a desenvolver várias habilidades, como argumentação, perder o medo de falar em público, aumentar o conhecimento sobre a utilização de meios de comunicação virtual, elaboração de vídeos, conhecimentos de finanças que serão aprofundados e atualizados etc. Tudo isso será útil na sua vida profissional, além de poder ser um diferencial em seu currículo para vagas de emprego ou programas de pós graduação.

A seleção será realizada nos dias 11 e 12 de fevereiro. O dia, local e horário de cada candidato será divulgado após o término do período de inscrições.

Recomendo que leiam o Projeto de Monitoria em Finanças Quantitativas, especialmente: justificativa e diagnóstico, objetivos, metodologia, resultados esperados, produtos que resultam da execução do projeto, processo seletivo, além de verificar a parte específica da disciplina na qual você está se candidatando.

No dia da seleção, o aluno deverá levar o seu histórico escolar para comprovar os requisitos da Resolução CONSEPE 02/96:

Art. 5º - Divulgados os resultados do processo de seleção dos Projetos de Ensino, serão abertas as inscrições para seleção de alunos dos cursos de graduação da UFPB, candidatos às bolsas respectivamente recomendadas, obedecidos os seguintes critérios:
§ 1º - Somente poderão inscrever-se ao processo de seleção os alunos que já tenham integralizado a disciplina objeto da seleção ou outra cujo conteúdo programático seja equivalente ao dela, com, no mínimo, média 7,0 (sete), em ambos os casos, comprovando-a por meio do Histórico Escolar.
§ 2º - A condição de reprovado na disciplina objeto da Monitoria, ou em qualquer outra que lhe seja pré-requisito, constitui impedimento para a inscrição ao processo seletivo.
§ 3º - A classificação dos candidatos, até o limite do número de bolsas recomendadas para cada Projeto de Ensino, será realizada de acordo com a ordem decrescente da média ponderada (M) entre a nota obtida na(s) prova(s) de seleção (N1), a nota obtida na disciplina (N2) e o Coeficiente de Rendimento Escolar (C), com pesos 3, 2 e 1 respectivamente, calculada conforme a seguinte expressão:
M = (3N1+2N2+C) / 6
§ 4º - Fica a critério do Departamento ao qual se vincula a disciplina objeto da seleção a escolha do(s) tipo(s) de prova(s) de seleção a que deve se submeter o candidato.
§ 5º - Eliminar-se-á o candidato que não obtiver nota N1 igual ou superior a 7,0 (sete) na(s) prova(s) de seleção mencionada(s) no parágrafo anterior.
§ 6º - Em caso de empate, classificar-se-á o candidato que obtiver a maior nota na(s) prova(s) de seleção. Persistindo o empate, será classificado o candidato que tenha obtido a maior nota na disciplina.