quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Dívida em moeda estrangeira e a Vale

Segue a confirmação do que conversamos em sala de aula, sobre a implicação do aumento do dólar na dívida das empresas, especificamente sobre a Vale (mais informações nos próprios relatórios financeiros da empresa):



Bolsa tem alta com sinalização do Copom e espera por reajuste - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3667368/bolsa-tem-alta-com-sinalizacao-copom-espera-por-reajuste
Bolsa tem alta com sinalização do Copom e espera por reajuste - InfoMoney
Veja mais em: http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-indices/noticia/3667368/bolsa-tem-alta-com-sinalizacao-copom-espera-por-reajuste

Questões sobre os casos de sexta-feira

Seguem alguns questionamentos sobre os casos. Estejam preparados para outros possíveis questionamentos.

Estes foram retirados do manual do instrutor.

Caso 3:


1.      How has Ben & Jerry’s fulfilled its mission statement? What evidence can you provide regarding Ben & Jerry’s performance on each of the three dimensions of the mission statement?
2.      How did Ben & Jerry’s become a takeover target?
3.      Do you think the current takeover offers are justifiable? What might Ben & Jerry’s be worth to the bidders?
4.      Should Henry Morgan defend the agenda of the current management team or support one of the acquisition offers?




Caso 35

Esse caso deve ser desenvolvido em sala de aula como se fosse uma aula normal. Ensine aos colegas e ao Professor sobre o tema do caso.

1) O aluno deverá explorar o caso melhor do que os demais casos, pois não há tantas questões "profundas", uma vez que já discutimos o caso brasileiro em sala.

2) Explique o que são derivativos exóticos, citando pelo menos dois exemplos, informando como eles funcionam e para que servem, bem como buscando pelo menos uma empresa que tenha usado.

3) Explique como funcionam as operações de target forward.

4) Explique o que é e como funciona o swap com limitador.

5) forneça algumas respostas às perguntas do final do caso.

CASO 36:



1.      What does interest-rate parity say about international borrowing costs?
2.      Assuming the bonds are issued at par, what is the cost in euros of each of the bond alternatives?
3.      Which debt issue would you recommend?  

4. What is going on at Carrefour? 
5. Why does the eurobond market exist? Is plentiful debt capital not available domestically?

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Boletim Focus

O IPCA estava em uma mediana de 6,33% há quatro semanas, porém, nessa última semana o índice subiu pra 6,37, segurando esse percentual até o dia de hoje. A expectativa do top5 esteve para uma média de 6,26% a um mês e espera-se um índice de 6,45% para hoje. Enquanto isso, o crescimento no PIB (Produto Interno Bruto), torna-se cada vez menor. Há quatro semanas o PIB estava crescendo a 0,29% e no último Boletim Focus divulgado, o percentual cai para 0,27% para o dia de hoje, dessa forma verifica-se uma queda de aproximadamente 0,02% em relação ao mês anterior.

Acesso ao Relatório Completo.



         

sábado, 25 de outubro de 2014

Os maiores dividendos do mercado

Depois de falar sobre os benefícios dos Títulos Públicos e os Bonds( títulos de dívidas no mercado estrangeiro) chegamos a possibilidade de investir no ativo da empresa e obter uma rentabilidade, ou seja, adquirir ações preferenciais. Atualmente há uma tendência no mercado de bolsa de valores brasileiros, a BM&FBOVESPA, a integração de um único tipo de ação com efeitos de ordinária e preferenciais. Contudo isto ainda é uma opção de governança corporativa para empresas já listadas em bolsa bem como para novas empresas.

 Para ser credenciada como uma ação preferencial a empresa emissora da ação devera distribuir pelo menos 25% do lucro das ações free float

  Esta semana o site Infomoney divulgou os principais distribuidores de dividendos do mercado de bolsa brasileiro, liderado pelo Banco Santander, segue a lista abaixo:





O erro da metodologia utilizada nas pesquisas eleitorais realizadas no Brasil

      A credibilidade das pesquisas eleitorais realizadas no Brasil está em baixa. Quase não-se verificou acertos condizentes com a realidade nas pesquisas realizadas até o primeiro turno das eleições de 2014.  Este fato leva o eleitor a refletir sobre a seguinte indagação: As pesquisas eleitorais no Brasil são elaboradas de maneira correta?  


            Segundo Bruno Paes Manso do Blog Estadão, o problema está na margem de erro, e no intervalo de confiança divulgada pelos meios de comunicação, desta forma são divulgadas margens de erro de 2% para mais ou para menos e intervalos de confiança que afirmam que para cada 100 pesquisas realizadas 95% estarão próximas a realidade. Dessa forma contra os fatos não existem argumentos, em todo o território nacional os votos acabaram por ficar fora das margem de erro divulgadas pelos institutos na véspera da eleição presidencial do primeiro turno, Aécio Neves do PSDB estava com 26% segundo Datafolha e 27% segundo o Ibope, no entanto o candidato obteve 35,5% dos votos válidos.        
            Assim nota-se uma grande diferença entre o que as pesquisas afirmaram e o que se verificou nas urnas. Ficando claro que existe algo de errado com a forma que estas pesquisas eleitorais estão sendo elaboradas, as pesquisa realizadas no Brasil seguem a metodologia de cotas onde o entrevistador procura por entrevistados, em por exemplo uma rua, com bastante fluxo de pessoas, alguns trabalhos voltados para este assunto afirmam que esta margem de erro só poderia ser divulgada da forma que é se fosse usado um outro método diferente do que esta sendo utilizado atualmente, o método aleatório onde o pesquisador seleciona aleatoriamente como o nome já diz, municípios, ruas e domicílios, sendo que apenas uma pessoa de cada domicilio é entrevistada, logo este tipo de pesquisa custa um pouco mais caro por conta dos deslocamentos até os locais onde os indivíduos serão entrevistados, no entanto somente com este método é que poderiam ser  divulgadas as margens de erro para mais ou para menos.
            É importante que as pesquisas eleitorais sejam realizadas da melhor forma possível, pois como é sabido existem os eleitores indecisos e estes acabam por escolher em quem votar com base nas informações prestadas pelas pesquisas eleitorais, outro ponto importante, é que as pesquisas eleitorais acabam por ditar o ritmo da bolsa de valores do país, fazendo com que a Bovespa oscile de acordo com as intenções de voto, e além disso os eleitores merecem consumir as melhores informações acerca de quem poderá vir a assumir a Máquina Pública.



Fonte: http://blogs.estadao.com.br
http://zh.clicrbs.com.br/rs

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

A bolsa como caminho para pequenas empresas

Empresas que visam crescer  e expandir, para reproduzir o seu negócio no futuro, poderiam ver uma boa oportunidade na abertura de seu capital, realizando uma oferta publica inicial de ações(IPO), mas isso é um caso raro no Brasil, onde os empreendedores não exergam "ainda" essa possibilidade.

Com a intenção de alcançar esse segmento de mercado, que vê a bolsa apenas como lugar para empresas gigantes, a BM&FBovespa liderou um grupo em 2012, que viajou por 7 países como Canadá, Austrália e China, para conhecer quais características desses mercados poderiam servir ao Brasil. As propostas válidas para tornar a abertura de capital mais próximas  das empresas menores, são restritas para empresas com valor de mercado menor do que 700 milhões de reais, com benefício tanto para o interessado em abrir o capital de sua empresa, quanto para os investidores. Para as empresas, houve redução de custo e simplificação do processo de oferta pública de ações e da manutenção da companhia aberta, e para os investidores, isenção de Imposto de Renda sobre ganho de capital vindo de empresas menores.
Mas para o negócio dar certo no Brasil e pegar engate, os empreendedores precisam mudar a mentalidade em achar que pode resolver tudo, o jogo de estratégia começa, e ele precisará de uma boa equipe para ganhar o jogo.  

Fonte:http://exame.abril.com.br/pme/noticias/por-que-a-bolsa-pode-ser-um-caminho-para-pequenas-empresas

Coisas que o Mercado Fala [PARTE III]

Para finalizar, segue o último vídeo sobre "coisas que o mercado fala". Vocês deverão me enviar por email até o dia 28/10.

Clique aqui.

Espero que tenham se divertido muito com o vídeo e com o aprendizado!

terça-feira, 21 de outubro de 2014

A queda do petróleo pode ajudar a balança comercial do país a fechar com superávit

Analistas acreditam que o recuo na cotação do barril de petróleo do tipo brent (petróleo cru), no mês de outubro, de 9,2%, venha a proporcionar um pequeno superávit neste ano na balança comercial. Os analistas do setor esperam um aumento no déficit da balança de petróleo e derivados, devido a quantidade exportada de óleo cru em relação a combustíveis e subprodutos do petróleo importados para o Brasil.

As estimativas dos analistas é de que os contratos de venda de petróleo realizados pela Petrobras não passem pelo mercado "spot" (a transação é decorrente da entrega da mercadoria, mediante o pagamento à vista), também conhecido como o mercado à vista, apresentando graus de elasticidade, mais sensível à variação de preços.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), o Brasil registrou retração de 1,7% nos embarques totais, então até o final do último mês de 2014, a commodity deverá ser embarcada em maior volume, para compensar as três plataformas exportadas pela Petrobras, que adicionaram US$ 4,9 bilhões às exportações totais.
Os principais produtos exportados pela economia brasileira, são: petróleo, soja e minério. Como os contratos de minério de ferro a ser embarcado já foram assinados e quase toda a soja já foi exportada. Logo, o produto para definir o resultado do ano, será o petróleo, com previsão para estar nas estatísticas do comércio exterior até dezembro, a um preço barato, se conseguir o nível de exportação esperado, o Brasil apresentará um superávit.   

Fonte: Valor

Lucro das empresas deve cair no 3T14 [ATIVIDADE]

Foi noticiado hoje no Valor que o lucro das empresas brasileiras deverá cair, em média, 10% no 3º trimestre de 2014.


Isso ocorrerá, possivelmente, pelo cenário político conturbado que vivemos, fazendo com que o dólar chegasse, na data do fechamento dos balanços, a R$ 2,45.

http://1.bp.blogspot.com
"Estimativas do BTG Pactual indicam que a receita líquida do terceiro trimestre de 121 empresas analisadas cresceu 6,2% em relação ao trimestre anterior. O lucro líquido no período, porém, deve cair quase 10% e o Ebitda ficará estável."

(...)

"A influência positiva do câmbio nas receitas das exportadoras não será contabilizada totalmente agora. Isso porque o dólar médio do período não teve uma alta tão acentuada quanto o do fim do trimestre. Assim, as maiores produtoras mundiais de celulose branqueada de eucalipto, Fibria e Suzano, por exemplo, podem ter efeitos negativos no balanço. No segundo trimestre, a Fibria tinha 95% da dívida bruta total denominada em dólar e a Suzano, 54%.
 "Empresas de alimentos, como BRF, JBS, Minerva e Marfrig, também expostas ao dólar, devem registrar o impacto negativo do câmbio na dívida. A Vale será duplamente prejudicada. Além de ter grande parte da dívida em dólar, a mineradora é muito dependente da cotação do minério de ferro, que caiu bastante nos últimos meses."

Vocês devem fazer por escrito e me enviar por email na sexta-feira, dia 24/10. Não é por grupos, mas sim individual.

Questões:

1) Quem são as empresas mais afetadas com o aumento do dólar? De forma positiva ou negativa? E por quê?

2) Se você tivesse dívida em dólar, o que poderia fazer para se proteger?

3) Além da variação cambial que afetou as empresas, houve também uma queda no preço do minério de ferro, conforme o seguinte trecho da notícia:
A mineradora Vale será duplamente prejudicada no terceiro trimestre. Além de ter grande parte da dívida denominada em dólar, a empresa está altamente exposta à cotação do minério de ferro, que caiu muito nos últimos meses. Na comparação com o período de julho a setembro do ano passado, a desvalorização é de 32%, passando de US$ 133 a US$ 91 por tonelada, considerando o preço médio do minério com teor de 62% de ferro.
"O preço do minério de ferro no período foi bem menor e isso, com certeza, vai afetar o desempenho da Vale, mesmo que tenha aumento no volume [comercializado]. O que pode acontecer é a empresa apresentar alguma surpresa como melhora de eficiência com corte de custos", avalia Kim, da XP Investimentos.
Com base nisso e no que vimos recentemente nas últimas aulas, responda: o que a gestão da Vale poderia ter feito para proteger suas receitas da desvalorização do minério?

Outra notícia sobre o tema, para os mais interessados, sobre a Fibria.

Coisas que o Mercado Fala [PARTE II]

Turma, dando continuidade aos vídeos sobre termos técnicos e a "montagem" do seu dicionário, segue o segundo vídeo.

Vocês devem me entregar até a sexta-feira, dia 24/10.


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Boletim Focus

O IPCA há um mês era de 6,32%, três semanas após esta divulgação, o IPCA volta a variar positivamente crescendo cerca de 0,06% e alcançando a marca dos 6,38%. Segundo o último Boletim Focus divulgado pelo BACEN (Banco Central do Brasil), o IPCA obteve uma variação de –0,01% em relação à semana anterior, ou seja, há uma semana estava em 6,38% e atualmente está em 6,37%, (as IFs Top 5 esperam um IPCA de 6,48% - elas são as que costumam acertar mais). No entanto o PIB (Produto Interno Bruto), variou negativamente em relação à semana anterior em cerca de -0,01%, e hoje estando em 0,27%.

Tenha acesso ao relatório completo aqui.

Mais problemas com os bondholders da OGX

Semana passada foi divulgada a notícia de que os bondholders da OGX teriam suas participações na dívida da OGX transformadas em capital próprio. Todavia, alguns minoritários se sentiram prejudicados.

O motivo do novo problema, para um advogado de um dos credores (bondholders) é que "A OGX está simplesmente ignorando uma decisão judicial. As cláusulas do plano são bem claras ao condicionar o aumento do capital de ontem [quinta-feira] à conclusão da 2ª série do empréstimo DIP. E o financiamento está suspenso pela Justiça"

Esperemos os próximos capítulos...

Fonte: Valor

domingo, 19 de outubro de 2014

Risco de Crédito x Bonds

Os chamados bonds são títulos de dívida externa emitidos por empresas, em geral esses títulos garantem uma rentabilidade ao investidor que detêm o título com o lastro na dívida ou dívidas da empresa e geração de valor no tempo. Para a empresa, esse alternativa abre uma margem para postergar ou rolar compromissos a vencer diminuindo o stress de passivos.
 Contudo antes de emitir bonds a empresa precisa avaliar bem o seu grau de endividamento confrontado com sua capacidade de geração de valor no tempo, vis-a-vis o cenário econômico mundial versus doméstico, por meio de back test's.  dessa forma a emissão de bonds como forma de financiamento de dívidas de empresas devem ser sempre bem fundamentados. Dentre os principais riscos envolvidos no produto destaca-se o risco de crédito.

 Ao contrário de títulos de dívida do governo (os títulos de risco mínimo), o risco de crédito pode ser considerado como o principal risco a ser analisado pelo investidor na tomada de decisão do investimento.

 Na semana passada a empresa de telefonia com o maior endividamento do Brasil deu um susto nos detentores de bonds, a OI Telefonia anunciou a saída do seu CEO de forma inesperada quando já tinha executado a contratação de um banco para aquisição majoritária da Telecom Italia, a Tim Participações esse fato agrava a situação da companhia que já bate recorde de alavancagem e agora sem uma liderança corporativa, dessa forma as casas de rating devem diminuir a classificação de riscos da empresa aumentando assim o risco de crédito da OI.

 Mais detalhes em Exame.com.

Notas de Finanças III

Seguem as notas da 1ª unidade. Enviei um email individualmente para cada aluno/grupo com alguns comentários sobre os casos e artigo.

Caso não tenham recebido ou tenham alguma dúvida, entrem em contato comigo por email.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Recomendações da Citi Corretora para outubro


Os analistas da Citi, decidiram retirar os papéis da Cosan (CSAN3) e da Mills (MILS3) de sua carteira recomendada, para colocar os da Ultrapar (UGPA3) e Braskem (BRKM5).

O motivo para a inserção da Braskem, deve-se a expectativa de crescimento sustentável na demanda, pois a empresa se beneficia com os maiores spreads de polímero do mundo, podendo manter esses spreads em 2015. Já para a Ultrapar, os analistas acreditam no ganho de market share no segmento de distribuição de combustíveis que a empresa vem ganhando e uma nova frente de crescimento para sua rede de farmácia Extrafarma. Fora isso, permanecem os oitos papéis recomendados pela corretora: Ambev (ABEV3), BB Seguriade (BBSE3), BRF (BRFS3), CCR (CCRO3), Pão de Açúcar (PCAR4), Suzano(SUZB5), Transmissão Paulista (TRPL4) e Valid (VLID3).

Fonte:
http://www.infomoney.com.br/onde-investir/acoes/noticia/3608613/citi-recomenda-acoes-defensivas-que-valorizam-com-cambio-veja

Materiais da aula de hoje

Seguem os materiais sobre a aula de derivativos e administração do risco.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Sem pressa para um I.P.O

 


            A oferta pública de ações nem sempre está entre os objetivos primordiais das entidades.  Algumas empresas de Capital Fechado chegaram a conclusão de que não vale a pena se apressar tanto para realizar uma oferta pública de ações.
            Ao abrir o capital na bolsa de valores a empresa consegue de forma automática ampliar o número de sócios, isso por que os investidores passam a ser proprietários da companhia. Empresas que fizeram sua abertura de capital conseguem ser financiadas pelos investimentos de seus sócios, sendo estes investimentos “inesgotáveis”, pois "bastará" a empresa ter uma boa linha de crescimento e bons projetos que novos investidores surgirão.  O retorno dos investidores estará associado ao desempenho da empresa, de forma que os recursos aplicados pelos investidores não terão um prazo definido para serem resgatados, o que ajuda a diminuir o risco de crédito da entidade, dessa forma com um risco menor a empresa consegue reduzir seu custo de capital que seria basicamente a taxa de financiamento da empresa. 

         Outro ponto relevante da entidade vir a abrir capital na bolsa de valores, é que o grau de liquidez da entidade melhora bastante, qualquer acionista poderá ter sua participação na entidade transformada em dinheiro vivo no momento em que achar necessário (todavia essa liquidez não é garantida, porém para grandes empresas isso ocorre de forma imediata).      
            Mas com tantos motivos assim, por que será que algumas entidades preferem esperar mais do que outras, para fazer uma oferta pública de ações? Para empresas de capital aberto, existe uma maior fiscalização e alguns custos adicionais por tal privilégio, e existem empresas que não estão dispostas a saírem de sua zona de conforto e tentarem algo novo, dessa forma empresas que conseguem prever níveis altos de crescimento e que estão em estado satisfatórios com seus acionistas, não vislumbram motivos para vir a fazer uma oferta pública de ações, pois a grande maioria dos acionistas não se importam como ou com o que a entidade irá fazer para continuar a crescer, ou seja, se importam com o resultado, enquanto a receita estiver aumentando, tudo estará bem.
            Alguns acontecimentos que reforçam estes tipos de pensamentos, foram que o número de empresas de capital fechado que estavam avaliadas em cerca de US $ 1 bilhão, aumentaram e não se verificou o mesmo avanço no número de empresas de capital aberto. Dessa forma, mesmo com os benefícios de uma possível oferta pública de ações, as vezes o melhor é esperar o momento adequado de se fazer um I.P.O. 





              

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Coisas que o mercado fala [ATIVIDADE]

Turma, no dia 21/10 vocês me entregarão uma lista com as definições dos termos técnicos que foram falados no vídeo "Coisas que o Mercado Fala" (clique aqui).

Após a entrega desse material, postarei o vídeo 2 e depois o vídeo 3.

Espero que se divirtam, pois é bem engraçado.

Títulos de risco mínimo

Os títulos público federais oferecidos são conhecidos por oferecer boa rentabilidade e baixo risco de crédito e excelente liquidez, contudo é preciso conhecer qual o título público melhor se adequa ao perfil do investidor, no Brasil são conhecidas as letras do tesouro, notas do tesouro e letras financeiras.



  Para melhor conhecimento segue uma breve explanação sobre os produtos:

LFT
 
São título pós-fixados atribuindo a taxa SELIC sua rentabilidade, assim esses títulos são melhores que aqueles indexados pelo CDI, pois o CDI apenas acompanha a taxa a SELIC, em alguns caso ultrapassa esta taxa, mas são poucos casos.

LTN

 São títulos de rentabilidade pré-fixada, são utilizados para estratégias de curto e médio prazo. Dessa forma, o investidor já sabe qual é o valor a receber no vencimento. caso a taxa de referência, SELIC, caia abaixo da rentabilidade, o investidor ganhará um ágio na rentabilidade do título, caso contrário o investidor poderá negociar o título no open marketing e obter um possível ágio no valor da face.

NTN

 As notas do tesouro são títulos pré-fixados (mais a variação do IPCA) com pagamento de cupons semestrais.

Há também a versão sem cupom, onde o investidor resgata o valor corrigido no vencimento do título. Essa versão é adequada para quem quer investir ara longo prazo e não precisará daquela renda antes do vencimento. A vantagem é que você não paga imposto de renda antecipadamente (ganhando ainda mais com o valor do dinheiro no tempo).

 Para cada um dos títulos é preciso ter um perfil adequado para o investimento .

Consulte também os sites:

Tesouro Direto

BM&FBOVESPA
 

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Mais questões para ajudar na prova

Pessoal de Finanças I, recomendo que procurem os monitores na quinta-feira (horário já especificado aqui no blog) para tirar dúvidas.

O monitor vai me passar uma lista dos alunos que foram para a monitoria COM DÚVIDAS e não apenas esperando as respostas.

Eu recomendei muito fortemente que eles não dessem as respostas. Apenas tirassem dúvidas.

Os alunos que participarem da monitoria terão 0,3 na prova. Porém vocês ganharão mais tirando as dúvidas, na verdade. Esse ponto é só um adicional pela estreia da monitoria em Finanças!!

Baixe aqui o arquivo com as questões.

Grupo no Folhainvest

Turma, entrem no grupo Atuários da UFPB. O acompanhamento será feito por lá.

Boletim Focus

No Focus divulgado hoje, o IPCA apresentou um percentual de 6,38%, estável com relação à semana passada e maior do que um mês atrás, quando foi estimado em 6,28%, segundo o relatório de mercado - Focus. A expectativa de mercado é de que esse índice não alcance a meta do teto da inflação estabelecido pelo governo, de 6,5%. Já o PIB, apresentou leve crescimento de 0,04, comparado a última semana, com expectativa de 0,24, frente a 0,33 há quatro semanas.

Maiores informações no link do Boletim Focus divulgado acima e no site do IBGE, sobre o IPCA.

Venda a descoberto: uma nova Enron?

A procura por uma nova Enron poderá apresentar melhores resultados no mercado de venda a descoberto.


O mercado de venda a descoberto foi "favorecido" por diversos escândalos, lembrando o caso da Enron, uma das companhias líderes no mundo em distribuição de energia e comunicações. O investidor Jim Chanos teve lucros altíssimos com a venda a descoberto de ações da Enron, alvo de um escândalo de fraude contábil em 2000 e 2001. A estratégia da venda a descoberto está em vender um ativo tomado emprestado na esperança de recomprá-lo posteriormente a um preço mais baixo para ser devolvido ao proprietário do ativo. Essa estratégia é entendida de duas formas, chamada de primeira escola, aquela onde o vendedor a descoberto suspeita de fraude ou algum problema com a empresa. E, na outra, o operador acredita que a ação está sobreavaliada e vai cair. O desempenho da estratégia usando Valuation apresenta desempenho bem pior que as operações de short envolvendo fraudes.

Dessa forma, fica entendido que o mercado de venda à descoberto está na aposta da queda do ativo, onde os números apresentaram uma variação média negativa de 30%, baseada na estratégia de “fraude”, enquanto as campanhas conduzidas pela valorização tiveram um retorno médio positivo de 3%.

Fonte: Valor

domingo, 12 de outubro de 2014

Próxima aula no laboratório

Pessoal de Finanças I, conforme explicado na aula dessa sexta-feira e conforme nosso planejamento, a próxima aula do laboratório será na primeira aula após a prova.

Fiquem atentos às atividades que devem ser feitas nesta aula (21/10/2014).

A atividade será feita em dupla (a mesma da apresentação do artigo):

1) Pesquisar sobre bons setores da economia para investir no longo prazo (pelo menos 3 setores);

2) Dentro de cada setor, vocês devem escolher algumas empresas que estão no folhainvest, além de pensar em quanto vocês investirão em cada uma delas.

O que vocês me entregarão:

i) um relatório "profissional" sobre as duas questões acima; e

ii) explicar para a turma as suas escolhas.

Isso fará com que vocês comecem a pensar melhor sobre o porquê de investir em cada empresa e as suas justificativas podem ajudar outra pessoa (é isso que vocês farão quando estiverem no mercado de trabalho, convencer as pessoas sobre as suas escolhas).

Monitoria de Finanças I

O horário da monitoria será todas as segundas, terças e quintas, das 18h00 as 20h00. Na Sala CCSA 78 (bloco novo) primeiro andar. Alef estará nas segundas, Fred nas terças e os dois nas quintas.

Recomendo fortemente e procurem os monitores.

Programação de Finanças I

Turma, na aula de terça teremos apenas a discussão do caso sobre ética em finanças. Sexta-feira teremos nossa primeira prova.

Estudem todo o material dos slides, conteúdo que foi passado no laboratório, revisem os casos discutidos os capítulos de livro e exercícios que foram passados.

Terça-feira devo postar para vocês uma última lista de exercício, onde vocês devem resolver as questões e procurar os monitores para tirar dúvidas.

Lembrem-se de que vocês não poderão levar nenhum tipo de anotação para a prova de sexta-feira.

quinta-feira, 9 de outubro de 2014

Doação para a crianças com câncer

Pessoal, minha namorada faz parte de um projeto que faz alguns trabalhos com crianças com câncer. Eles estão precisando de algumas doações. Quem puder ajudar, entre em contato comigo.

Repasso a mensagem dela:

Gente, estarei arrecadando até o dia 08/11, alguns itens para desenvolver atividades com crianças q estão em tratamento contra o câncer.
Quem quiser ajudar, pode ser com algum desses itens:
Tinta para pintura em rosto, lápis de cor, canetinha (hidrocor), giz de cera, folhas, desenhos para colorir, massinha de modelar, cartolinas, tinta e pincéis, cola, apontador, glitter, jogos para playstation 2, filmes de desenhos, quebra-cabeças, jogos de tabuleiro, fantoches... ou alguma outra coisa q queiram doar.
Obrigada

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

Debêntures Incentivadas


          As debêntures incentivadas são títulos emitidos com o intuito de captar recursos para projetos de infraestrutura. No segundo semestre de 2014, segundo o Ministério da Fazenda a emissão dessa espécie de títulos de dívida foi pouco menor que no ano passado. Em 2013 o volume de emissão de debêntures incentivados chegou a R$ 6,1 bilhões, no entanto as projeções feitas pelos analistas governamentais para o ano de 2014 chegam a apenas R$ 3,6 bilhões, uma redução de 40,98% em relação a 2013.
            Os fatores que explicam este fenômeno são as eleições presidenciais associadas ao baixo desempenho econômico do país neste ano. Os investidores estão cautelosos, afinal, o período vivido pelo país é de uma média incerteza, em relação ao futuro. Se um novo presidente for eleito, o mesmo pode ter intenções de “arrumar a casa” e dessa forma vir a modificar as políticas econômicas brasileiras, que por sinal há muito tempo passaram a ser arbitrárias.
            Dessa forma o governo do Brasil possuía expectativas de que fossem emitidos pelo menos R$ 8 bilhões em debêntures, o que impressiona é que esta “espécie de debêntures” usufrui de um benefício a mais de isenção de IR (Imposto de Renda), para o adquirente (pessoa física) da debênture, se o mesmo for residente no território nacional brasileiro, no entanto o benefício a mais, não pareceu tão atraente aos olhos dos investidores, frente ao cenário econômico brasileiro.
            Este tipo de isenção é concedido para investimentos, considerados importantíssimos para o Governo Federal, desta forma antes que a debêntures sejam emitidas, passarão antes pelo aval de um órgão governamental regulatório do setor. Um caso prático e real, se sucedeu com a Santo Antônio Energia, uma concessionária responsável pela implantação da Hidrelétrica Santo Antônio. A empresa teve de pedir autorização ao Ministério de Minas e Energia, antes de emitir debêntures incentivadas. O objetivo da Santo Antônio Energia com a emissão das debêntures, era justamente conseguir capital adicional para a construção de uma usina.
            Dessa forma as debêntures incentivadas são opções para empresas que buscam financiar seus projetos de infraestrutura, pois este tipo de negociação tem o apoio governamental, beneficiando com uma isenção do Imposto de Renda os investidores (pessoa física). 
           
  Fonte: Valor


Programa de Trainee da Energisa

Clique aqui para maiores informações.

Private Equity Brazil Forum

Recebido por email pela Infomoney:

Investidores nacionais e internacionais se reunirão nos dias 8 e 9 de dezembro em São Paulo para a maior conferência de investimento em private equity da América Latina, o 6º Private Equity Brazil Forum.

Participantes terão a oportunidade de conhecer mais de 600 executivos, sendo eles 50% Fundos de Private Equity, 30% Investidores Institucionais, e 20% diversos.

Não perca esta oportunidade única de ouvir as perspectivas de:

Reserve seu lugar hoje no maior encontro de investimentos em private equity da América Latina!

Aula no laboratório

Pessoal de Finanças I, sexta-feira (turma da tarde e da noite) a aula será no laboratório do CCSA. Fica próximo a Direção do Centro.

Até lá!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Casos da turma de Finanças III da tarde

Casos desta sexta-feira:

Oscar, Caroline, Eduardo e Wallace - Caso 32

Emerson, Thailane, Erika, Josiana e Maíra - Caso 33

Kaio, Calvin, Thereza e Diogo - Caso 34

Casos do dia 17/10 (essa data e as outras são do planejamento enviado no início do semestre, que estão atrasados por causa da eleição)

Alef e Fred - Caso 3

Oscar, Caroline, Eduardo e Wallace - Caso 35

Emerson, Thailane, Erika, Josiana e Maíra - Caso 36

Casos do dia 21/10:

Kaio, Calvin, Thereza e Diogo - Caso 37

Alef e Fred - Caso 38

Casos do dia 03/02:

 Oscar, Caroline, Eduardo, Wallace, Kaio, Calvin, Thereza e Diogo - Caso 41

Emerson, Thailane, Erika, Josiana, Maíra, Fred e Alef - Caso 45




Série de entrevistas sobre como investir na Bolsa

A primeira entrevista já foi divulgada. Clicando aqui você poderá acessá-la, bem como cadastrar seu email para receber as próximas.

Só tenham cuidado pois tem um pouquinho de propaganda escondida no texto.

Boa leitura!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Inscrições prorrogadas - Trainee TOTVS

As inscrições poderão ser realizadas até o dia 12/10.


Boletim Focus

            Há exatamente um mês o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), era de 6,24%. Na semana passada o mesmo índice estava na casa dos 6,33%, e finalmente hoje, possuímos um Índice de Preços ao Consumidor Ampliado de 6,38%. A expectativa para os próximos meses é que o IPCA se mantenha em 6,33%. Enquanto isso o crescimento no PIB (Produto Interno Bruto), torna-se cada vez menor. Há quatro semanas o PIB estava crescendo 0,48% e atualmente no último Boletim Focus divulgado o Produto Interno Bruto cresce apenas 0,24%, dessa forma verifica-se uma queda de aproximadamente 0,24% em relação ao mês anterior.

            Alguns economistas estão bastante preocupados com o crescimento, quase nulo do PIB e com a alta inflação que vem se elevando ao decorrer do ano de 2014, afirmando que os últimos resultados da economia estão entre os piores dos últimos 24 anos. 

Responda à pesquisa e concorra à um celular Samsung

Prezados, peço que, se possível, respondam a esse questionário e divulguem com os colegas.



Questionário para não alunos:

https://pucpr.co1.qualtrics.com/SE/?SID=SV_doujBsspIvshaWF

Aula de amanhã em Finanças III

Na aula de amanhã terminaremos o conteúdo de capital de terceiros e vocês apresentarão os comentários sobre os questionamentos que eu fiz sobre os estudos de caso sobre capital próprio.

sábado, 4 de outubro de 2014

Défict Histórico

 Eleições a parte, essa semana saiu o resultado fiscal do governo, confirmando a tendência das contas públicas do governo, o registro é de um défict de 10,4 bilhões englobando o tesouro nacional, o banco central e a previdência.

  Pela óptica do investidor estrangeiro serve como um importante indicador de desestimulo ao investimento no país. Uma alternativa para o tesouro nacional seria lançar as LTN's com um forte deságio atribuindo um bom prêmio ao investidor e financiando assim parte do défict. Contudo esse movimento pode ficar comprometido se o défict continua a aumentar.

  Relativo ao défict previdência existe uma batalha praticamente perdida devido a densidade demográfica beneficiária versus densidade demográfica contribuinte, há previsões que a paridade contribuinte\benefíciário migre para 1\2 já em 2025 o que só agrava a situação a previdência social.

  Já pela óptica do governo central apesar do défict histórico atribuído desde a sua primeira publicação em 1997 o ano, terminará com superáit nas contas públicas o que reforça a pre-suposição das LTN's, contudo na contra-mão esse recorde de agosto pode refletir o começo de um 2015 penoso para economia no mínimo parecido com 2014 que não deixara saudades. Veja a expectativa para 2015 no link .

    Acompanhe também a reportagem do Estadão.